O cenário foi Assunção, capital do Paraguai. Entre os dias 21 e 25 de agosto, um especialista brasileiro, Capitão Carlos Eduardo Espires Emídio dos Santos, desembarcou na cidade para compartilhar suas habilidades e conhecimento. Mas não foi uma visita qualquer: o Capitão Carlos é um especialista em equitação e blindados da Escola de Cavalaria do Exército Paraguaio. Seu objetivo? Ensinar as novas táticas de emprego de cavalos em operações para o curso de comandos anfíbios da Marinha paraguaia.

As práticas e a história da equitação em combate

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O treinamento, que durou uma semana, não se limitou apenas a ensinar técnicas de montaria. Os 31 alunos e quatro instrutores, compostos por oficiais e membros da Armada paraguaia, também mergulharam na história. Durante as aulas, foram apresentados exemplos históricos recentes de emprego de cavalos em operações militares. Mas a teoria caminhou lado a lado com a prática. Os militares aprenderam noções fundamentais sobre cuidados e manutenção de equinos, e até mesmo técnicas de doma racional. Tudo isso alinhado ao cenário atual, evidenciando a relevância da equitação em operações de combate.

Integração e cooperação entre nações

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Essa colaboração entre Brasil e Paraguai, especialmente na área militar, não é uma novidade. A troca de experiências e conhecimentos vem fortalecendo laços de cooperação e amizade entre os Exércitos de ambos os países há mais de 80 anos. Esta recente interação, com foco na equitação, é apenas um capítulo em uma longa história de parceria e integração que promove crescimento, respeito mútuo e fortalecimento das relações bilaterais.

Mais que uma simples instrução

A visita do Capitão Carlos ao Paraguai vai além de um simples intercâmbio de técnicas militares. É uma representação viva do comprometimento contínuo do Brasil em fortalecer laços com seus vizinhos, reforçando a importância da integração e da cooperação para a construção de um ambiente pacífico e colaborativo em toda a América Latina.

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).