Há exatos 30 dias, o Rio Grande do Sul enfrentava uma de suas maiores adversidades: fortes chuvas que afetaram diversas regiões do estado. Em resposta imediata, as Forças Armadas lançaram a “Operação Taquari”, uma ação humanitária que, inicialmente focada no Vale do Taquari, expandiu sua atuação, chegando até as fronteiras Sul e Oeste, região central e a metropolitana de Porto Alegre.

Atuação Abrangente e Coordenada

Sob a liderança do Comando Conjunto da Operação, criado especificamente para essa missão, mais de 1.300 militares foram mobilizados. Eles atuaram em diversas frentes, desde buscas e resgates, passando por atendimentos médico-odontológicos, até a logística de alimentos e medicamentos. A coordenação com a Defesa Civil em Porto Alegre foi essencial para garantir que os esforços fossem direcionados para onde realmente eram necessários. Agora, na segunda fase da operação, o foco é na logística dos depósitos, triagem de materiais recebidos e organização da distribuição.

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Impacto Positivo e Números Expressivos

A Operação Taquari não é apenas sobre números, mas eles ajudam a entender a magnitude da ação. Foram 1300 militares, 115 viaturas, 20 embarcações e 09 aeronaves trabalhando incansavelmente. Entre os resultados, destaca-se a distribuição de 12 mil telhas em Bagé, quase 2.800 atendimentos médico-odontológicos e a remoção de mais de 15.000m³ de entulhos. Tudo isso em 36 municípios, mostrando a abrangência e o comprometimento das Forças Armadas com a população gaúcha.

Compromisso Contínuo com a População

A Operação Taquari é um testemunho do compromisso das Forças Armadas com o povo brasileiro. Em tempos de crise, eles estão lá, prontos para ajudar, apoiar e reconstruir. E enquanto houver necessidade, eles continuarão estendendo essa mão amiga à população, garantindo segurança, apoio e solidariedade.

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).