Entre os dias 12 e 14 de abril, uma significativa ofensiva contra o garimpo ilegal foi realizada na Terra Indígena Sararé, no estado do Mato Grosso. Sob o codinome de Operação Ouro Viciado, esta iniciativa é parte integrante da Operação Ágata Fronteira Oeste II, que envolve uma colaboração robusta entre as Forças Armadas, a Polícia Federal, e outros órgãos de segurança e fiscalização.

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Desarticulação e Prejuízos aos Infratores

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Durante a operação, as forças combinadas estabeleceram barreiras e postos de fiscalização nas principais vias de acesso ao território indígena, localizado no município de Pontes e Lacerda. As incursões em áreas de mata e locais suspeitos resultaram na interdição completa das atividades de garimpo ilegal, impondo aos criminosos um prejuízo estimado em cerca de R$ 23 milhões. Este valor inclui material inutilizado e apreendido, destacando-se a destruição de 22 pás-carregadeiras, 39 motores estacionários, duas britadeiras, duas bombas d’água e um gerador de energia.

Participação e Impacto Militar

A 13ª Brigada de Infantaria Motorizada desempenhou um papel crucial nesta operação, atuando em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal, a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), a Força Nacional, e equipes estaduais do Grupo Especial de Fronteira e do Centro Integrado de Operações Aéreas. A presença militar não apenas reforça a segurança na região fronteiriça, mas também contribui ativamente para o combate a crimes ambientais, ajudando na conservação da biodiversidade amazônica e do Pantanal.

Sinergia entre Agências

O Comando Militar do Oeste, em coordenação com os diversos órgãos de segurança e fiscalização, continua a fazer progressos significativos em termos de apreensões e interdições desde o início da Operação Ágata Fronteira Oeste II. Até o momento, os prejuízos causados aos operadores ilegais já ultrapassam R$ 300 milhões, demonstrando o impacto substancial e a eficácia desta iniciativa colaborativa.

Marcelo Barros, com informações do Exército Brasileiro
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).