Três submarinos da classe “Tupi”(IKL209/1400) da Marinha do Brasil – Foto: DPHDM

O poder de dissuasão é a capacidade de um país de evitar ou minimizar ameaças externas por meio da demonstração de sua força militar, econômica e política. É um elemento crucial para a segurança nacional e para a proteção dos interesses nacionais.

A importância do poder de dissuasão para um país é evidente quando se considera a possibilidade de conflitos militares. Um país que possui uma forte capacidade militar pode desencorajar potenciais agressores, evitando a necessidade de entrar em guerra. Ao mesmo tempo, a posse de um arsenal nuclear pode fazer com que outros países pensem duas vezes antes de lançarem um ataque, pois o risco de retaliação seria muito alto.

Além disso, o poder de dissuasão também pode ser usado para fins diplomáticos. Por exemplo, um país que possui um exército forte e bem treinado pode ser visto como um parceiro confiável e capaz de ajudar a manter a paz e a estabilidade em regiões vulneráveis. Isso pode ajudar a aumentar a influência diplomática de um país e a melhorar suas relações internacionais.

Por fim, o poder de dissuasão também pode ser importante para a proteção dos interesses econômicos de um país. Um país que é visto como capaz de proteger seus interesses e sua segurança pode ser mais atraente para investidores estrangeiros, o que pode levar a uma maior prosperidade econômica. Além disso, a capacidade de proteger suas rotas comerciais e recursos naturais pode ser fundamental para a estabilidade econômica de um país.

Concluo que, o poder de dissuasão é fundamental para a segurança e a estabilidade de um país. Ele pode ajudar a evitar conflitos militares, melhorar as relações internacionais, proteger os interesses econômicos e manter a paz e a estabilidade em regiões vulneráveis. Por essas razões, é essencial que os países invistam em suas capacidades de dissuasão para garantir a proteção de seus interesses e de sua população.

Marcelo Barros
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).