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Após Twitter e Facebook, agora, foi a vez do YouTube anunciar as medidas que tomará sobre o assunto. Em um comunicado oficial (e em mudanças nos seus termos de uso), a companhia declarou que não vai mais permitir a publicação de vídeos que recomendem o uso de cloroquina ou ivermectina para tratamento da doença COVID-19 — ainda não há pesquisas científicas o suficiente para atestar a eficácia desses medicamentos.

“O YouTube não permite conteúdo sobre a COVID-19 que apresente sérios riscos de danos significativos. Na plataforma, também não é permitido o envio de conteúdo que dissemine informações médicas incorretas que contrariem as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) ou das autoridades locais de saúde sobre a COVID-19. Isso se aplica apenas a conteúdo que contradiz as orientações da OMS ou das autoridades locais de saúde”, explica a companhia.

Na prática, o serviço explica que os internautas não podem publicar clipes que incentivem medicamentos caseiros, orações ou rituais em vez de tratamentos adequados; que afirmam existir uma cara garantida contra a doença; que recomendem o uso dos remédios supracitados ou que desencorajam as pessoas a consultar um especialista médico. Também estão proibidos clipes que alegam existir métodos comprovados de prevenção ou que desencorajam o uso da máscara de proteção.

Há, porém, algumas exceções, incluindo produções de cunho puramente educacional. “O conteúdo que viola as políticas de desinformação apresentadas nesta página pode ser exibido caso inclua um contexto com relevância igual ou superior às opiniões que se opõem às autoridades de saúde locais, às equipes médicas ou ao consenso científico”, explica o YouTube.

“Também podemos abrir algumas exceções caso o objetivo do vídeo seja condenar ou combater as informações equivocadas que violam nossas políticas. Esse contexto precisa ficar evidente nas imagens ou no áudio do próprio vídeo. Fornecer esses detalhes no título ou na descrição não é suficiente”, finaliza. Segundo o YouTube, desde o início da pandemia, a plataforma já removeu 850 mil vídeos por violarem tais políticas de conteúdo.

Fonte: TILT

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