Um Escudo Contra Hacks de iPhones

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A Apple, com o lançamento do iOS 17.2, trouxe um avanço significativo na segurança dos iPhones, especialmente em resposta às novas ameaças digitais, como os ataques realizados pelo dispositivo Flipper Zero. Este aparelho multifuncional, que se tornou uma ferramenta popular entre entusiastas de cibersegurança e inventores, revelou vulnerabilidades sérias nos smartphones.

O Flipper Zero e Seus Impactos na Segurança Digital

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O Flipper Zero, descrito como uma “faca suíça digital” pelo ZDNet, é um dispositivo de US$169 capaz de interagir com interfaces digitais no mundo físico, incluindo emulação de cartões, análise de protocolos de rádio, entre outros. Ele pode ser usado para ataques simulados a sistemas de computador, testando sua segurança. Recentemente, um firmware chamado Xtreme permitiu que o Flipper Zero realizasse um ataque de negação de serviço, inundando iPhones com pop-ups e fazendo com que o sistema operacional travasse.

A Resposta da Apple com o iOS 17.2

Perante esse cenário, a Apple respondeu com a atualização do iOS 17.2, oferecendo uma proteção reforçada contra esses tipos de ataques. O 9to5Mac reportou que dispositivos maliciosos como o Flipper Zero foram usados em locais públicos, como trens e cafés, para realizar ataques indetectados. A nova atualização do iOS visa impedir que iPhones sejam hackeados em locais públicos, um passo crucial na garantia de segurança para os usuários.

Importância da Atualização e Segurança Digital

Esta atualização sublinha a importância contínua de manter os sistemas operacionais atualizados para se proteger contra novas formas de ataques cibernéticos. O iOS 17.2 não é apenas uma melhoria de funcionalidades, mas um escudo essencial contra ameaças emergentes no mundo digital.

Segurança e Precaução

Usuários de iPhone devem estar cientes dos riscos de segurança e tomar medidas para proteger seus dispositivos, incluindo a instalação de atualizações de segurança como o iOS 17.2. A iniciativa da Apple mostra um compromisso contínuo com a segurança dos seus usuários, adaptando-se rapidamente às novas realidades do ciberespaço.

Fonte: DCiber.org

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).