Agência Brasil

Maceió, capital de Alagoas, enfrenta um cenário de alerta máximo devido ao aumento significativo no ritmo de afundamento do solo, chegando a 0,7 cm por hora. Nas últimas 24 horas, foram registrados 11,8 cm de deslocamento vertical do solo. Esta situação coloca a cidade em um estado de vigilância e precaução intensificados.

Foco no Bairro Mutange

O bairro Mutange, localizado na área de influência da mina número 18 de exploração de sal-gema da empresa Braskem, é o mais afetado. A Defesa Civil de Maceió enfatiza a gravidade do risco de colapso iminente da mina, aconselhando a população a evitar a área desocupada até novas atualizações.

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Abalos Sísmicos e Medidas Preventivas

Um novo abalo sísmico, de magnitude 0,89, foi registrado na madrugada de sábado, a 300 metros de profundidade. Embora a velocidade de afundamento tenha diminuído para 0,7 cm por hora, a preocupação permanece elevada. Durante a semana, o afundamento chegou a atingir 50 cm por dia.

Áreas de Risco Desocupadas

Bairros como Mutange, Pinheiro e Bebedouro estão em estado de alerta, principalmente após os últimos abalos sísmicos relacionados à movimentação da Mina 18 da Braskem. A Prefeitura de Maceió declarou situação de emergência por 180 dias, e a área já se encontra desocupada, com circulação restrita nas proximidades da Lagoa Mundaú. O governo federal também reconheceu o estado de emergência.

Ações da Braskem e Monitoramento Contínuo

A Braskem confirmou o risco de um grande desabamento na área da mina e destacou a possibilidade de estabilização do afundamento. A empresa informa que está monitorando a situação com equipamentos de alta tecnologia, garantindo a detecção de quaisquer movimentações no solo e permitindo a adoção de medidas preventivas.

Com info da Agência Brasil

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).