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Pesquisadores da Universidade de Caxias do Sul (UCS) desenvolveram espumas de poliuretano (PU) revestidas com grafeno capazes de coletar substâncias oleosas dos oceanos. O produto, sustentável e reutilizável, promete ser uma alternativa eficaz para minimizar os desastres ambientais provocados por acidentes como derramamento de petróleo.

O grafeno é uma das formas alotrópicas – fenômeno que ocorre quando um elemento químico origina duas ou mais substâncias simples diferentes entre si – do carbono, assim como o diamante, o carvão e o grafite. Ele é o material mais leve e forte do mundo, sendo 200 vezes mais resistente que o aço.

O produto possui diversas características, dentre elas a de ação hidrofóbica. Quando adicionado à espuma de poliuretano ele altera suas características superficiais. Isso faz com que  o material que, simultaneamente, absorveria água e óleo, se transforme em outro, que captará somente o óleo e repelirá a água.

A engenheira química, Bruna Rossi Fenner (CAPES/UCS) explica que “por ter um elevado volume de espaços vazios no seu interior e ser leve, a capacidade de sorção da espuma é elevada, podendo absorver uma quantidade superior aos sorventes convencionais”.

Bruna conta ainda que, a espuma com grafeno, após 100 ciclos de uso, tem perda mínima de capacidade de sorção e que o óleo coletado também poderá ser reutilizado. A pesquisa, apoiada pela CAPES, teve patente depositada e aprovada e agora aguarda a concessão.

Fonte: Redação CCS/CAPES

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