No dia 19 de março de 2024, a Vila de Jericoacoara, um dos destinos mais cobiçados do litoral oeste cearense, foi palco das celebrações em homenagem a São José, o Padroeiro do Ceará. Neste cenário de fé e devoção, a Capitania dos Portos do Ceará (CPCE), por intermédio da Agência da Capitania dos Portos em Camocim (AgCamocim), desempenhou um papel crucial, apoiando as festividades e assegurando a segurança dos participantes durante o cortejo marítimo pela enseada de Jericoacoara.

Uma Procissão entre Fé e Tradição

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A jornada dos fiéis teve início na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, conhecida carinhosamente como Igrejinha de Pedra. Deste ponto sagrado, uma procissão terrestre avançou pelas ruas da Vila até alcançar a praia, onde o andor de São José foi recebido com honras pelos pescadores locais. Este momento simboliza a profunda conexão entre a comunidade, sua fé e o mar, um elo fortalecido pela benção do santo padroeiro.

O Compromisso da Marinha com a Segurança

Durante o cortejo marítimo, militares da Marinha acompanharam de perto o desenrolar das celebrações, orientando tripulantes e passageiros das embarcações sobre medidas de segurança essenciais, como o uso adequado de equipamentos de salvatagem. A atuação da Marinha foi determinante para o ordenamento do tráfego aquaviário, garantindo que a manifestação de fé ocorresse de maneira segura, sem imprevistos que pudessem comprometer a integridade dos devotos.

Celebração, Tradição e Responsabilidade

As festividades alusivas ao Dia de São José em Jericoacoara são um reflexo vibrante da cultura e da religiosidade do povo cearense. A participação da Marinha do Brasil, além de reforçar o compromisso com a segurança da navegação e a salvaguarda da vida humana no mar, evidencia o respeito e o apoio às tradições locais, promovendo a harmonia entre as práticas culturais e a responsabilidade marítima.

Uma União de Fé e Segurança

A presença e o trabalho da Marinha do Brasil durante as comemorações do Dia de São José em Jericoacoara exemplificam a sinergia entre fé, tradição e segurança marítima. Ao assegurar um ambiente seguro para os devotos que se entregam a momentos de oração e celebração, a Marinha reafirma seu papel essencial não apenas como guardiã dos mares, mas também como uma instituição que valoriza e protege as ricas tradições culturais e religiosas do Brasil.

Marcelo Barros, com informações da Marinha do Brasil
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).