Em um evento marcante para as operações de assistência humanitária na fronteira do Brasil com a Venezuela, o General de Exército Novaes, Comandante de Operações Terrestres (COTER), junto ao Comandante Militar da Amazônia e outros Oficiais Generais do COTER, realizou uma visita significativa à Operação Acolhida em Pacaraima, Roraima, no dia 1° deste mês. Este evento simboliza um forte compromisso das Forças Armadas Brasileiras com as ações humanitárias e a gestão da crise migratória.

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A Operação Acolhida

A Operação Acolhida é uma resposta humanitária do governo brasileiro ao fluxo crescente de migrantes e refugiados venezuelanos que entram no país através de Pacaraima. Esta operação multifacetada envolve a coordenação de esforços entre diversas agências governamentais e organizações não-governamentais.

Foco na Assistência Humanitária e Logística

A visita da comitiva do COTER teve como objetivo principal avaliar as condições atuais da operação e identificar formas de aprimorar a assistência prestada aos migrantes e refugiados. O General Novaes e sua equipe percorreram as instalações, observando o trabalho de acolhimento, registro, triagem de saúde e alojamento, além de outras atividades essenciais à operação.

A Importância do Comando Militar da Amazônia

A presença do Comandante Militar da Amazônia na visita ressalta a importância estratégica da região no contexto da segurança nacional e da cooperação humanitária. A Amazônia, sendo uma área de vasta biodiversidade e relevância geopolítica, requer uma atenção especial das Forças Armadas para garantir tanto a proteção do território quanto a promoção de políticas humanitárias eficazes.

Avaliação e Aprimoramento das Estratégias

Essa visita permite não apenas uma avaliação direta das condições no local, mas também serve como uma oportunidade para o aprimoramento contínuo das estratégias e táticas utilizadas na Operação Acolhida. O engajamento direto dos altos comandos militares demonstra a seriedade com que o Brasil trata a questão migratória e reafirma o compromisso do país com os valores humanitários e de solidariedade.

Marcelo Barros, com informações do Exército Brasileiro
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).