Na competição multiesportiva de Tóquio, 92 competidores, dos 301 que compõem o Time Brasil, participam do Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) do Ministério da Defesa (MD). Conheça um pouco da biografia de alguns dos militares atletas candidatos a medalhas.

Um dos destaques das maratonas aquáticas é a 3º Sargento da Marinha Ana Marcela Cunha. A baiana, de Salvador, começou a nadar aos dois anos. Com 16 anos, ela disputou os Jogos Olímpicos de Pequim. Sua maior conquista foi em Lima, 2019, quando subiu ao lugar mais alto do pódio, nos Jogos Pan-americanos.

 As 3º Sargento do Exército Ana Patrícia Silva Ramos e Rebecca Cavalcante da Silva fazem dupla no vôlei de praia. A primeira jogava handebol até 2013, quando um treinador de vôlei se espantou com sua altura. Aprovada em um teste, teve que aprender os fundamentos da modalidade praticamente do zero. No ano seguinte, em 2014, já foi campeã dos Jogos Olímpicos da Juventude, em Nanquim, na China. Entre os principais destaques da carreira de Rebecca, estão duas medalhas de ouro conquistadas em disputas sul-americanas, uma delas, com Ana Patrícia. A cearense de Fortaleza é um dos melhores exemplos de que é possível ser mãe e atleta de alto rendimento ao mesmo tempo. Mãe de Isabella, a atleta sempre almejou disputar os Jogos Olímpicos, e a gravidez apenas adiou seu sonho.

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Com três medalhas de ouro e uma de prata, a 3º Sargento da Aeronáutica, Ana Sátila disputa na modalidade canoagem Slalon. A mineira, de Iturama, começou a remar aos 9 anos, por influência do pai. Em 2012, com 16 anos, foi a atleta mais jovem da delegação a participar dos Jogos de Londres.

Responsável pela conquista da primeira medalha olímpica da ginástica artística brasileira, Arthur Zanetti ficou com o ouro nas argolas nas Olimpíadas de Londres, em 2012. No Rio, em 2016, foi prata na mesma prova. Já em três Jogos Pan-americanos: Guadalajara, 2011, Toronto, 2015, e Lima, 2019, conquistou seis medalhas: três de ouro e três de prata. Ele iniciou na ginástica aos 7 anos, após teste no clube Santa Maria, na sua cidade natal, São Caetano do Sul, em São Paulo. O atleta preferia treinar em equipamentos fabricados por seu pai, que eram considerados, por ele, superiores aos importados.

Com informações do COB
Foto: divulgação COB

Marcelo Barros, com informações do Ministério da Defesa
Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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