O sargento Modesto Mariano de Brito tem 97 anos de idade e muita história. Além de ter servido por décadas nas fileiras da Corporação como enfermeiro do Hospital da Polícia, ele fez parte da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a 2ª Guerra Mundial. A história do sargento chegou até o Exército Brasileiro e à Academia Policial Militar do Guatupê (APMG). Integrantes da Força Terrestre e da Polícia Militar foram até a casa dele para fazer a entrega de um cartão de Natal e um agradecimento por tamanha dedicação pela causa pública.

Após viver os horrores de uma guerra sangrenta na Europa como enfermeiro, o sargento Modesto retornou ao Brasil ao final da guerra e ingressou na Polícia Militar do Paraná em 1948. Depois de ajudar a salvar dezenas de vidas nos campos de batalha, ele continuou a cuidar dos feridos ao servir no Hospital da Corporação.

O capitão Brito é oficial de planejamento da APMG e parente do sargento (o avô do capitão foi cabo da PM e é primo do sargento Modesto). Ele explicou que a homenagem é um reconhecimento dos valores que o sargento cultuou durante toda a vida, que são um exemplo para os mais jovens. “Muitas vezes as pessoas esquecem dos verdadeiros heróis, e creio que esse reconhecimento é mais do que justo, por tudo o que o sargento passou durante a sua vida”, afirmou.

A iniciativa da homenagem foi do capitão Lino do Exército Brasileiro e do major da reserva remunerada Antunes que, juntamente com o capitão Brito, foram até a casa da família para fazer a entrega do cartão de Natal. O encontro foi emocionante, e o sargento Modesto fez questão de usar a farda da PM que utilizou por tantos anos. Logo na chegada à casa, o sargento prestou continência aos policiais, e se surpreendeu ao vê-los com a farda verde-oliva da época da 2ª Guerra.

A visita foi rápida, por conta das restrições de distanciamento social impostas pela pandemia e a idade avançada do antigo combatente, mas valeu para marcar a memória do sargento Modesto. “Valorizamos a história dele tanto na PM quanto no Exército Brasileiro, e acreditamos nos mesmos valores que ele acredita, de patriotismo e dedicação pela sociedade”, acrescentou.

Por Por Marcia Santos, PMPR

Marcelo Barros
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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