O Comando Operacional Conjunto Amazônia (Cmdo Op Cj Amz), por meio do Exército Brasileiro, realizou recentemente a entrega de mais de 5.000 kg de alimentos (cestas básicas) na Terra Indígena Yanomami, cooperando no apoio logístico à Operação Yanomami 2023. Nessa ação, a 1ª Brigada de Infantaria de Selva, representada pelo 5° Pelotão Especial de Fronteira (Auarís) do Comando de Fronteira Roraima / 7º Batalhão de Infantaria de Selva (Cmdo Fron RR / 7º BIS), fez a entrega de mais de 200 cestas básicas para diversas Comunidades Indígenas, incluindo Trairão, Krabi, Karonau, Polipe, Psicultura, Laranjeira, Caixa D’água, Porto Velho, Kiribaspú, Silipi e Momoipú. Além disso, quatro indígenas em estado grave foram resgatados e levados ao polo de atendimento médico da SESAI mais próximo.

A Operação Yanomami 2023 é uma ação das Forças Armadas a partir da Base Aérea de Boa Vista (BABV), em Roraima (RR), e tem como objetivo distribuir cestas básicas para atender aos indígenas, enviar suprimentos para a reconstrução da pista do Aeródromo de Surucucu (RR), realizar evacuações aeromédicas (EVAM) para atendimento no Hospital de Campanha (HCamp), controlar e fiscalizar o espaço aéreo com a criação da Zona de Identificação de Defesa Aérea (ZIDA), fornecer dados de inteligência e transporte aéreo logístico das equipes da Polícia Federal, do IBAMA, da Força Nacional de Segurança e dos demais órgãos e entidades da administração pública federal que participam diretamente da neutralização de aeronaves e de equipamentos relacionados com a mineração ilegal.

Desde o início das atividades, a Operação Yanomami 2023 já realizou mais de 1500 atendimentos no Hospital de Campanha (HCamp) da FAB, entregou mais de 8.500 cestas básicas, realizou cerca de 120 evacuações aeromédicas e mobilizou mais de 500 militares, além de ter superado 1000 horas de voo em aeronaves militares.

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O apoio logístico e humanitário do Pelotão Especial de Fronteira é de extrema importância para garantir o bem-estar das comunidades indígenas na região, especialmente durante a pandemia e as ações para combate à mineração ilegal. As Forças Armadas têm demonstrado seu compromisso com a defesa da soberania nacional e com a preservação dos direitos e interesses das comunidades indígenas na região amazônica.

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Marcelo Barros, com informações do Exército Brasileiro
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).