Coordenada pelo Ministério da Defesa, a Operação Ágata Amazônia – Comando Conjunto Uiara, tem realizado uma ação conjunta efetiva de combate ao crime na região do Amazonas. Com a participação de 1.320 militares, 7 navios, 8 embarcações e 10 aeronaves, a operação está empenhada em prevenir, controlar, fiscalizar e repreender os delitos transfronteiriços.

Resultados significativos

blank

Nas últimas duas semanas, as Forças Armadas apreenderam cerca de uma tonelada de drogas, avaliadas em R$ 22,3 milhões, e destruíram 29 embarcações utilizadas no garimpo ilegal. O prejuízo gerado ao garimpo ilegal ultrapassa R$ 49 milhões, considerando o custo estimado de construção das embarcações ilegais. Adicionalmente, estima-se que as operações tenham impedido lucros de R$ 23,2 milhões por mês para os criminosos.

Cooperação Interagências

A Operação Ágata Amazônia é caracterizada por seu esforço multidisciplinar e cooperação com diversas agências, incluindo Polícia Federal, polícias estaduais, Ibama, ICMBio, Funai, Sesai, entre outras.

Ação em vasto território

A operação iniciou na tríplice fronteira da Amazônia (Brasil, Colômbia e Peru) e se estende até a região central do Amazonas. As atividades cobrem um território de 274 km² na Amazônia Ocidental.

Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF)

A Operação Ágata faz parte do PPIF, instituído pelo governo federal para fortalecer a prevenção, o controle, a fiscalização e a repressão de delitos transfronteiriços.

Ações sociais

Além das ações de repressão a ilícitos, as Forças Armadas promovem ações de assistência hospitalar e cívico-sociais para apoio à população ribeirinha e indígena da Amazônia Ocidental.

Marcelo Barros, com informações do Ministério da Defesa
Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).