O terceiro domingo do mês de julho é um dia especial na Venezuela – é o Dia das Crianças. É um momento de celebração e alegria, um momento para demonstrar amor e apreço pelas crianças. Este ano, essa celebração ganhou um significado extra para as crianças venezuelanas que se encontram no Brasil. Graças à Operação Acolhida, e à generosidade de muitos, essas crianças puderam celebrar o seu dia de uma maneira muito especial.

Um Presente Inesperado

Através de uma série de doações, a Operação Acolhida conseguiu reunir uma variedade de brinquedos para entregar às crianças venezuelanas nas cidades de Boa Vista e Pacaraima. Estes brinquedos, mais do que simples objetos de diversão, são símbolos de carinho, cuidado e consideração que foram recebidos com olhos brilhantes e sorrisos radiantes. Para muitos desses pequenos imigrantes e refugiados, estes presentes representam momentos de alegria e distração em meio a uma jornada desafiadora em busca de uma nova vida.

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O Impacto Além do Brinquedo

Embora a entrega de brinquedos seja uma ação aparentemente simples, o seu impacto é profundo. Para as crianças venezuelanas, cada brinquedo é um estímulo à imaginação, um convite ao jogo e à interação, um instrumento para aliviar o estresse do deslocamento e das incertezas do futuro. Além disso, os brinquedos tornam os espaços de acolhimento mais acolhedores e divertidos, contribuindo para que as crianças sintam-se em casa, mesmo estando longe de seu país de origem.

A Jornada Continua

O dia das crianças na Venezuela pode ter passado, mas a missão da Operação Acolhida continua. Essa ação foi apenas uma entre as muitas que são realizadas para garantir que as crianças imigrantes e refugiadas tenham dias mais felizes no Brasil. Enquanto buscam por uma nova vida, essas crianças necessitam de todo apoio e carinho possíveis. A entrega de brinquedos é uma maneira de mostrar a esses pequenos que, mesmo em tempos difíceis, há sempre espaço para alegria, para o jogo e para a esperança.

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).