Comitiva liderada pelo Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), General de Exército Laerte de Souza Santos, esteve em Roraima para visita técnica à Operação Acolhida, nos dias 17 e 18. A Força-Tarefa Logística Humanitária realiza o ordenamento de fronteira, recepciona, regulariza e interioriza venezuelanos refugiados, que ingressam no país em busca de ajuda.

“Essa missão é de fundamental importância, tendo em vista que proporciona uma melhor condição de vida para essas pessoas em vulnerabilidade”, pontuou o Chefe do EMCFA. As autoridades da Defesa foram ao estado com o propósito de acompanhar as ações desempenhadas pela Operação e o emprego dos recursos.

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A comitiva percorreu as instalações e os abrigos. No primeiro dia, estiveram em Boa Vista, capital do estado, e, no segundo dia, em Pacaraima, cidade que faz fronteira com a venezuelana Santa Helena de Uairén. “Temos, hoje, cerca de 9 mil migrantes abrigados, e mais de 70 mil já foram interiorizados para outros estados do Brasil”, informou o coordenador da Operação Acolhida, General de Divisão Sérgio Schwingel. Ele apresentou o planejamento e dados atualizados sobre o trabalho.

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Estiveram presentes na missão o Chefe de Logística e Mobilização do Ministério da Defesa, Tenente-Brigadeiro do Ar Heraldo Luiz Rodrigues; o Comandante Militar da Amazônia, General de Exército Achilles Furlan Neto; o Vice-Chefe de Logística e Mobilização, Major-Brigadeiro Engenheiro Jorge Luiz Cerqueira Fernandes; e demais autoridades.

A Operação Acolhida

A Operação, criada pelo Governo Federal em 2018, pelo Decreto nº 9.286, de 15 de fevereiro de 2018, é presidida pela Casa Civil da Presidência da República. O Ministério da Defesa realiza o apoio logístico e operacional, além de coordenar o trabalho da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, na atividade que envolve a participação de 12 ministérios, organismos internacionais e organizações da sociedade civil. Atualmente, 639 militares compõem o 13º contingente, em parceria com órgãos governamentais e agências, como o Alto-comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).

Por Mariana Alvarenga
Fotos: Jordan Kulaitis

Marcelo Barros, com informações do Ministério da Defesa
Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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