Em apoio às eleições de 2022, a Força Aérea Brasileira (FAB) emprega, desde terça-feira (27/09), militares e aeronaves para o transporte aéreo logístico de urnas eletrônicas, materiais, mesários e agentes de segurança para locais de difícil acesso no país.

A atuação da FAB integra a Operação Garantia da Votação e Apuração (GVA), coordenada pelo Ministério da Defesa, que aprovou, por meio de Diretriz Ministerial, o emprego das Forças Armadas nas eleições deste ano.

As localidades atendidas foram demandas realizadas pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE) e analisadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Estão envolvidas na missão algumas aeronaves da FAB. Dentre elas: três C-105 Amazonas, três C-98 Caravan, dois C-95 Bandeirante, quatro H-60L Black Hawk, um H-36 Caracal e um C-130 Hércules.

O Capitão Aviador Sergio Nunes Miranda, do Terceiro Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (3º/8º GAV) – Esquadrão Puma, comentou sobre a satisfação de colaborar nesta missão em prol do exercício da cidadania dos brasileiros. “Participar de uma missão de Garantia de Votação e Apuração foi extremamente gratificante. Pôde-se perceber por toda a tripulação uma  sensação de dever cumprido, ajudando o Brasil na missão de garantir o direito do voto a todos os cidadãos e ajudando a Força Aérea na missão de integrar o território nacional”, disse.

O Tenente Aviador Thiago Henrique Pereira da Silva, do Quinto Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (5º/8º GAV) – Esquadrão Pantera, atuou no transporte de urnas para as cidades de Canutama (AM), Tapauá (AM), Manicoré (AM) e Boca do Acre (AM), atendendo a diversas comunidades ao longo do rio Purus. “É com orgulho ímpar que a tripulação do 5/8º GAV está participando dessa missão, podendo empregar os vetores de asas rotativas para integrar o território nacional”, frisou.

Forças Armadas e a Justiça Eleitoral

Além da FAB, a Marinha do Brasil e o Exército Brasileiro formam uma tríade importante de parceiros da Justiça Eleitoral para a realização de eleições no Brasil. Entre as funções das Forças Armadas estão assegurar a integridade do território nacional; defender os interesses e os recursos naturais, industriais e tecnológicos brasileiros; proteger os cidadãos e os bens do país; e garantir a soberania da nação. Nesse contexto, o papel das Forças Armadas nas eleições é de apoiar os órgãos competentes e garantir o funcionamento dessa engrenagem.

Por meio da Resolução nº 23.673-TSE, de 14 de dezembro de 2021, as Forças Armadas foram elencadas pelo TSE como entidades fiscalizadoras do sistema eletrônico de votação, legitimadas a participar de todas as etapas do processo de fiscalização, juntamente com a OAB e o Ministério Público, entre outras instituições.

As Forças Armadas também foram incluídas pelo Tribunal, por meio da Portaria n° 578-TSE, de 8 de setembro de 2021, juntamente com outras entidades, na Comissão de Transparência das Eleições (CTE), criada com o propósito de ampliar a transparência e a segurança de todas as etapas de preparação e realização das eleições.

Fotos: Força Aérea Brasileira (FAB)

Fonte: Tenente Flávia Rocha/Agência Força Aérea e TSE

Marcelo Barros, com informações e imagens da Agência Força Aérea
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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