Ministério da Defesa lança Curso Economia de Defesa em parceria com CNI

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Nesta sexta-feira (26), a Secretaria de Produtos de Defesa (SEPROD) do Ministério da Defesa (MD) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançou o Curso Economia de Defesa. O evento ocorreu, em plataforma digital, durante a 9ª Reunião Ordinária do Conselho Temático da Indústria de Defesa e de Segurança (CONDEFESA).

Participaram da cerimônia o Secretário de Produtos de Defesa do MD, Marcos Degaut, o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Cesar Pontes, o Presidente do CONDEFESA e Vice-Presidente da CNI, Glauco José Côrte, e o Vice-Presidente da CNI, Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas e Vice-Presidente do CONDEFESA, Antonio Silva.

O Curso Economia de Defesa possui carga horária de seis horas. As inscrições começam nesta sexta-feira (26) e seguem até 08 de abril. Os interessados em participar do curso devem acessar o endereço eletrônico abaixo para inscrição.
https://pt.surveymonkey.com/r/ZFDL9RD

Dividido em seis módulos, o curso aborda temas como a Base Industrial de Defesa (BID) e a economia de defesa, indústria de defesa no Brasil, características do mercado de defesa no Brasil e no mundo, Projetos Estratégicos das Forças e a Secretaria de Produtos de Defesa e fomento da BID.
“Inteiramente online, o curso é destinado para aqueles que têm interesse em obter conhecimento sobre o setor de Defesa no Brasil e no mundo”, ilustra Marcos Degaut. Ele destaca que o segmento movimenta cerca de 4% do Produto Interno Bruto, gera mais de 1,3 milhão de empregos e é formado por mais de 1.120 empresas.

O Secretário lembra, ainda, que defesa é um setor com efeito multiplicador significativo para economia brasileira. “ A Economia de Defesa gera um salto qualitativo muito grande, em termos de desenvolvimento tecnológico, arrecada tributos, gera divisas e atrai investimentos externos. Para cada R$ 1,00 investido na Economia de Defesa, o retorno é de aproximadamente R$ 9,8. Nenhum outro setor, seja industrial ou agrícola, tem este desempenho”, enfatiza.

Por Isabela Nóbrega
Foto: Reprodução

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