Em um dia marcado por chuvas intensas, as forças armadas brasileiras enfrentaram um cenário desafiador no Tanque Tático. As condições climáticas, ao invés de serem um empecilho, tornaram-se parte do treinamento, enfatizando a importância da adaptabilidade em situações adversas. Os exercícios realizados incluíram técnicas essenciais como cabo submerso, natação utilitária e flutuabilidade – habilidades cruciais para operações militares em ambientes aquáticos.

Cabo Submerso: Uma Habilidade Vital

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O exercício de cabo submerso é uma prática fundamental no treinamento militar, desenvolvendo a capacidade de movimentação subaquática com o uso de um cabo guia. Esta técnica é vital para operações de infiltração e resgate em ambientes aquáticos, onde a discrição e a eficiência são essenciais. O treinamento sob condições adversas, como a chuva, adiciona um elemento realista, preparando os militares para enfrentar desafios imprevisíveis.

Natação Utilitária: Mais do que Habilidade na Água

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A natação utilitária, por sua vez, vai além da habilidade de nadar. Ela engloba uma série de técnicas adaptadas para situações de combate ou resgate, incluindo a natação com equipamento completo, navegação subaquática e a superação de obstáculos. Este tipo de treinamento é crucial para garantir que os militares possam operar eficazmente em qualquer ambiente aquático, seja em missões de paz, busca e resgate ou operações de combate.

Flutuabilidade: Equilíbrio e Controle

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O treinamento em flutuabilidade é igualmente essencial. Ele ensina os militares a manterem o controle e o equilíbrio no ambiente aquático, aspectos fundamentais para a realização de tarefas subaquáticas com precisão. A capacidade de controlar a flutuabilidade afeta diretamente a eficiência e a segurança durante mergulhos e operações em águas abertas.

Preparação para Todo Clima e Ambiente

Este treinamento sob chuva no Tanque Tático ressalta a preparação abrangente das forças armadas brasileiras. Adaptar-se a diferentes condições climáticas e ambientais não é apenas uma habilidade, mas uma necessidade para garantir a prontidão em qualquer situação. A integração de técnicas como o cabo submerso, natação utilitária e flutuabilidade exemplifica a abordagem holística da defesa nacional em preparar suas tropas para todos os cenários.

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).