A data magna da Arma de Artilharia foi celebrada com grande entusiasmo na Guarnição da Vila Militar no dia 12 de junho. Presidida pelo General de Exército Kleber Nunes de Vasconcellos, Comandante Militar do Leste, a cerimônia contou com a presença de diversas autoridades e unidades militares, destacando o papel vital da Artilharia no apoio às operações de manobra e na proteção antiaérea.

Evolução tecnológica e novos sistemas de armas

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A Artilharia, conhecida como a Arma dos fogos largos, densos e profundos, tem passado por uma significativa evolução tecnológica ao longo dos anos. Os modernos sistemas de armas da Artilharia são capazes de realizar operações com uma precisão milimétrica, o que torna possível o atingimento de alvos específicos com eficácia impressionante. Equipamentos avançados como obuses autopropulsados e sistemas de radar de contrabateria são exemplos de como a tecnologia tem revolucionado esta Arma, aumentando a sua eficiência e capacidade de resposta rápida em situações de combate.

Capacidades de precisão e saturamento de área

As capacidades da Artilharia moderna vão além do simples disparo de projéteis. Ela pode realizar tanto o saturamento de áreas extensas quanto o disparo de precisão contra alvos específicos. Essa dualidade permite que a Artilharia ofereça suporte crucial às operações de manobra, minimizando riscos e danos colaterais. Durante a cerimônia, foram destacados os avanços em munições guiadas de precisão, que têm a capacidade de atingir alvos com uma margem de erro mínima, proporcionando uma vantagem tática significativa em operações militares.

Proteção antiaérea e cobertura de antiacesso

Outro aspecto essencial da Artilharia moderna é a sua capacidade de fornecer proteção antiaérea e cobertura de antiacesso, elementos vitais para a defesa de estruturas críticas e operações de campo. A Artilharia antiaérea tem a função de detectar, rastrear e neutralizar ameaças aéreas, como drones e aeronaves inimigas, garantindo a segurança das tropas e instalações militares. Essa função foi amplamente discutida durante a celebração, enfatizando a importância de uma Artilharia bem equipada e treinada para proteger o espaço aéreo e apoiar as forças terrestres.

Marcelo Barros, com informações e imagens do Exército Brasileiro
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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