Ministro Rui Costa inaugura a Casa de Governo

No coração de Boa Vista, Roraima, um marco significativo foi estabelecido com a inauguração da Casa de Governo, uma estratégia governamental inovadora para ampliar a proteção e promover os direitos das populações Yanomamis e Ye’kwanas. Este esforço coordenado, que teve lugar em 29 de fevereiro, simboliza um compromisso renovado do governo federal em defender as comunidades indígenas contra as adversidades e ameaças crescentes em seus territórios.

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Uma Iniciativa Integrada para a Proteção Indígena

Sob a égide da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e com a participação ativa de 11 ministros, a Casa de Governo emergiu como um centro de coordenação para ações conjuntas envolvendo órgãos como a Polícia Federal, Funai, Ibama, além de ministérios-chave. Este empreendimento visa não apenas a retomada do modo de vida indígena tradicional, mas também o combate efetivo a atividades ilegais que têm devastado suas terras, como o desmatamento e a mineração ilegal.

ABIN no Coração da Operação

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ABIN e 11 ministros integraram a cerimônia

A ABIN desempenhará um papel crucial na coordenação das atividades de inteligência, articulando a produção de conhecimento e sistematizando informações vitais para a proteção das terras indígenas. Através de análises detalhadas e relatórios diários, a agência facilitará a identificação e mitigação de riscos, assegurando uma abordagem proativa na preservação dos direitos e da segurança das comunidades Yanomami e Ye’kwana.

Um Compromisso com a Humanidade e a Soberania

A criação da Casa de Governo em Roraima reflete um compromisso inabalável com a humanidade e a soberania nacional, concentrando esforços para oferecer melhores condições de saúde, alimentação e proteção às populações indígenas. Localizada no prédio da Funasa, a Casa servirá como o epicentro para o monitoramento e coordenação das ações de 31 órgãos federais atuantes no território indígena e em todo o estado de Roraima.

Legalidade e Coordenação Efetiva

O Decreto nº 11.930/2024 estabelece formalmente a Casa de Governo, delineando sua função de coordenar e monitorar a execução do Plano de Desintrusão e de Enfrentamento da Crise Humanitária na Terra Indígena Yanomami. Este decreto não apenas legitima a estrutura administrativa da Casa, mas também promove a interlocução essencial entre esferas governamentais para a execução eficaz de políticas públicas emergenciais e permanentes.

Com informações da ABIN

Marcelo Barros
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).