Após detalhado levantamento realizado em bases de dados oficiais de comércio exterior, o Ministério da Defesa (MD) anunciou que as exportações das Empresas da Base Industrial de Defesa e Segurança (BIDS) atingiram mais de US$ 3,6 bilhões, em 2019 (o valor equivale a cerca de R$ 15,15 bilhões). O resultado apresentou um acréscimo significativo em relação ao ano de 2018, quando o registrado foi de US$ 3,2 bilhões.

“Estamos seguindo as diretrizes do Presidente Jair Bolsonaro e do Ministro da Defesa, General Fernando Azevedo, no sentido de apoiar firmemente o desenvolvimento e fortalecimento de nossa Base, o que representa geração de empregos e renda, incremento nas exportações, atração de investimentos e aumento do nosso grau de autonomia tecnológica. A expectativa é de que, apesar das severas dificuldades de toda ordem impostas pela COVID-19, em breve a BID brasileira possa retomar o processo de crescimento das suas exportações, que são de elevado conteúdo tecnológico”, comenta o Secretário de Produtos de Defesa, Marcos Degaut.

Novos produtos

O SEPROD vem ampliando o leque de produtos e serviços de Defesa oferecidos pela BIDS. Após a última Reunião Deliberativa da Comissão Mista da Indústria de Defesa (RD-CMID) no ano de 2020, foram publicadas Portarias indicando 11 novos Produtos de Defesa (PRODE) e 121 Produtos Estratégicos de Defesa (PED), bem como 2 novas Empresas de Defesa (ED) e 8 Empresas Estratégicas de Defesa (EED), que obtiveram seus respectivos credenciamentos.

Este resultado congrega os esforços do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) e SEPROD. Seus efeitos refletem o trabalho conjunto que a CMID vem desenvolvendo, visando ao fomento do setor de defesa, em atendimento ao que preconiza a Lei nº 12.598, de 21 de março de 2012,

A relevância desta atividade contínua desses órgãos reside em dar maior visibilidade às empresas do setor, na ampliação da competitividade e realizações de subcontratações, por parte das Forças Armadas, de Produtos e Sistemas de Defesa, ou de seu desenvolvimento, sob um conjunto normativo e procedimental que assegure a eficácia nesse ramo particular que engloba demandas públicas e participação da iniciativa privada.

Fonte: PortalBIDS

Marcelo Barros
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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