Em uma iniciativa pioneira, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), situado no Rio de Janeiro (RJ), reuniu, no dia 4 de outubro, representantes de órgãos de Segurança Pública, Defesa Civil, Busca e Salvamento e Inteligência para a realização do Workshop sobre Sistemas de Aeronaves Não Tripuladas (UAS, sigla em inglês para Unmanned Aircraft Systems). O Workshop UAS teve por intuito estreitar os laços entre o DECEA e as organizações de modo a viabilizar o intercâmbio de informações relacionadas às estruturas, às estratégias e ao emprego de aeronaves não tripuladas em suas respectivas áreas de atuação.

O evento foi aberto pelo Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA, Brigadeiro do Ar Eduardo Miguel Soares, que enfatizou a busca contínua i211079540208911pela segurança das operações. “Há uma busca por soluções no que diz respeito ao controle do espaço aéreo nesse tipo de voo. Estamos acompanhando de perto e seguimos normatizando e fazendo nosso trabalho para viabilizar a atividade de modo mais seguro possível. Não podemos abrir mão da segurança e ela está completamente relacionada ao adequado cumprimento das normas”, afirmou o Oficial-General.

O Adjunto da Seção de Planejamento de Sistema de Aeronaves Não Tripuladas do DECEA, Capitão Aviador Jean Pierre de Castro Benevides, demonstrou os projetos de implementação e as últimas ações realizadas pelo DECEA em prol da atividade, como, por exemplo, os estudos para o desenvolvimento de uma nova concepção de Gerenciamento de Tráfego de Veículos Não Tripulados, o UTM (Unmanned Traffic Management).

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i211079541008793Já o Chefe da Seção de Coordenação e Controle de Sistema de Aeronaves Não Tripuladas, Tenente Controlador de Tráfego Aéreo Eduardo Silva, demonstrou como as operações dos voos não tripulados no País vêm sendo coordenadas pelo DECEA. Ele explicou as nomenclaturas adotadas, as competências e as atribuições dos órgãos reguladores e a adequada solicitação de acesso ao espaço aéreo.  “Esperamos, sobretudo, que os participantes multipliquem em suas corporações os procedimentos apropriados relativos aos cadastros e às solicitações de voo e que obtenham de nós as diretrizes para que as operações com os drones sejam realizadas em conformidade com as normas, com vistas à manutenção da segurança operacional”, afirmou.

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Fotos: Luiz Perez / DECEA

Marcelo Barros, com informações da Agência Força Aérea
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).