Na última sexta-feira, 14 de junho, a Força Aérea Brasileira (FAB) demonstrou mais uma vez seu compromisso com a segurança e eficiência do tráfego aéreo, ao apoiar a decolagem de oito aeronaves retidas no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Esta ação, coordenada pelo Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Canoas (DTCEA-CO), foi crucial para normalizar as operações aéreas após enchentes paralisarem o aeroporto.

Coordenação e Logística da Operação

A operação envolveu um minucioso planejamento e execução, com o deslocamento de controladores de voo do DTCEA-CO para o Aeroporto Internacional Salgado Filho. Esses profissionais, que possuem vasta experiência na Torre Porto Alegre, foram fundamentais para a operação, dado seu conhecimento prévio da área. Além dos controladores, equipamentos essenciais foram transportados para garantir que todos os requisitos para decolagens em condições visuais fossem atendidos. Essa logística detalhada incluiu a coordenação com a Torre Porto Alegre e outras unidades da Força Aérea Brasileira, assegurando uma operação fluida e segura.

Desafios e Superação das Enchentes

As enchentes que afetaram Porto Alegre causaram significativos transtornos, incluindo a paralisação das operações no Aeroporto Salgado Filho desde o dia 3 de junho. Na primeira etapa da operação, realizada em 8 de junho, oito aeronaves foram deslocadas, evidenciando os desafios enfrentados pela equipe da FAB. A água que invadiu o sítio aeroportuário impediu as decolagens, exigindo soluções rápidas e eficazes para retomar as atividades. A resposta da FAB, com a implementação de medidas de segurança e a mobilização de recursos, foi essencial para superar os obstáculos impostos pela natureza.

Resultados e Impacto da Missão

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A decolagem das oito aeronaves retidas marca um significativo avanço na normalização das operações aéreas no Aeroporto Internacional Salgado Filho. O Capitão Luis Alberto Marquetti, Chefe da Seção de Operações do DTCEA-CO, destacou a importância desta missão, ressaltando a eficiência e o profissionalismo dos controladores de tráfego aéreo envolvidos. “Nós temos controladores que conhecem bem a área e isso foi crucial para o sucesso da operação”, afirmou. Além de permitir a decolagem das aeronaves, a operação também proporcionou o Serviço de Informação de Voo de Aeródromo, fundamental para a segurança das operações.

Marcelo Barros, com informações e imagens da Agência Força Aérea
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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