Na capital federal, Brasília, uma reunião de grande importância para o futuro espacial do Brasil foi realizada. O Estado-Maior do Exército marcou presença na 71ª Reunião do Conselho Superior da Agência Espacial Brasileira. O encontro teve como foco discutir o lançamento de novos satélites, explorar as capacidades do Centro Espacial de Alcântara, localizado no Maranhão, e planejar o orçamento para as atividades da Agência no próximo ano, 2024.

Programa Estratégico de Sistemas Espaciais

imagem 2023 09 28 055232967

Nos siga no Instagram, Telegram ou no Whatsapp e fique atualizado com as últimas notícias de nossas forças armadas e indústria da defesa.

O Exército Brasileiro tem um interesse especial nos projetos do Programa Estratégico de Sistemas Espaciais. Esse programa foi criado para atender às demandas estratégicas tanto das Forças Armadas quanto da sociedade brasileira. Ele prevê o lançamento de satélites e inclui estações terrestres para controle, recepção e processamento de dados. O objetivo é fornecer serviços variados, como observação terrestre, telecomunicações, mapeamento de informações e monitoramento espacial.

Futuros Lançamentos e Potencial de Alcântara

Durante a reunião, foram discutidos detalhes sobre o segundo Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC-2) e os satélites da constelação de baixa órbita Atticor. Estes satélites, no futuro, prometem fornecer comunicações táticas para o Exército Brasileiro. Um detalhe interessante é que há um grande potencial para que esses satélites sejam lançados a partir do Centro Espacial de Alcântara, aproveitando sua localização estratégica próxima à linha do Equador.

Participação Ampliada

A reunião contou com a presença de representantes de diversos setores. Além do Exército, representantes da Marinha, Força Aérea, Ministérios da Defesa, Relações Exteriores, Ciência, Tecnologia e Inovação, Comunicações, e outras instituições importantes, como o CNPq, FINEP e CNI, estiveram presentes. A colaboração entre essas entidades mostra o comprometimento do Brasil em avançar no setor espacial e reforça a importância estratégica do programa.

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).