XMobots apresenta XUTM, sistema de gerenciamento de tráfego aéreo de drones

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A XMobots, maior empresa drones do Brasil e América Latina, anunciou o pré-lançamento do sistema de gerenciamento de tráfego aéreo de drones (UAS) desenvolvido pela empresa. Nomeado de XUTM, o sistema foi apresentado pelo CEO da companhia, Giovani Amianti, durante o Drone Enable 2021, simpósio internacional promovido pela ICAO (The International Civil Aviation Organization).

Desde 2015 a XMobots pesquisa a integração de drones no espaço aéreo Brasileiro. Em 2019 a companhia propôs ao DECEA uma arquitetura, serviços e plano de implantação faseado de um UTM Brasileiro. O DECEA se mostrou alinhado com a proposta e a mesma foi batizada pelo DECEA de BR-UTM.

O BR-UTM é composto por PSNAU (provedor de serviços de navegação aérea de UAS) e por vários FSU (fornecedor de serviços de UAS).

O PSNAU é o backend do sistema UTM, chamada “API BR-UTM”, um conjunto de banco de dados gerenciados pelo DECEA que provê APIs para conexão de FSUs. A API BR-UTM foi desenvolvida pela ATD/SDOP/DECEA (Assessoria de Transformação Digital do DECEA).  O FSU é o frontend na qual os usuários interagem com o BR-UTM.

Como o DECEA estava focado nas APIs do PSNAU, para acelerar o desenvolvimento do UTM brasileira, a XMobots desenvolveu o FSU SARPAS NG e doou o código fonte para DECEA. Assim o primeiro FSU, o FSU de estado, é o SARPAS NG, que proverá serviços da fase 0 da BR-UTM, permitindo autorização rápida e automática de voos VLOS abaixo de 400ft.

O segundo FSU é o XUTM, que proverá serviços da fase 0, 1 e 2 do BR-UTM, permitindo autorização rápida e automática de voos BVLOS abaixo de 400ft.

“A XMobots está convencida de que o grande salto em direção ao desenvolvimento do mercado de drones depende diretamente da construção de um sistema UTM seguro e fácil de usar. É exatamente isso que estamos acelerando para o Brasil”, salienta Giovani Amianti.

Ele explica que ao contrário de alguns projetos de UTM já apresentados em alguns países do mundo – extremamente futuristas, abordando realidades diferentes da atual aplicabilidade dos drones -, o BR-UTM e o XUTM foram construídos com base em cenários mais realistas e, principalmente, compatível com as demandas atuais de uso de drones profissionais no Brasil. “As fases 0, 1 e 2 terão como foco voos VLOS e BVLOS abaixo de 400 pés para as áreas agropecuária, ambiental, inspeção e segurança pública, envolvendo tanto a cadeia tripulada quanto não tripulada”, explica o CEO da XMobots.

A apresentação do XUTM no Drone Enable 2021 está disponível na página do XUTM, no site da XMobots – www.xmobots.com.br/xutm.

Fonte: Portal BIDS

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