Imagem: Olhar Digital

Nas últimas semanas, o Telegram e o Signal têm experimentado um crescimento explosivo no números de usuários migrando para suas respectivas plataformas. O motivo? São variados: desde a procura por aplicativos favoráveis à “liberdade de expressão”, após os episódios no Capitólio, ao descontentamento sobre as novas políticas do WhatsApp, apresentadas no início deste mês.

Na semana passada, o Signal desafiou o WhatsApp, copiando vários de seus recursos, e agora é a vez do Telegram revidar. Nesta quarta (27), o aplicativo russo lançou, silenciosamente, uma atualização que permite importar o histórico de conversas de mensageiros, incluindo o WhatsApp. Se esse era o grande incômodo de milhões de usuários reticentes em deixar a plataforma de Zuckerberg, Durov deu um ‘empurrãozinho’.

A nova funcionalidade aparece na atualização mais recente para iOS, disponível a partir de hoje. Para os usuários Android, a versão deve chegar em breve, segundo informações do WABetaInfo.

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Atualização 7.4 do Telegram Messenger na App Store. Créditos: WABetaInfo

Abaixo, confira o passo a passo de como exportar um histórico do bate-papo do WhatsApp para o Telegram.

Como exportar o histórico do bate-papo do WhatsApp para o Telegram

  1. Escolha um bate-papo no WhatsApp para exportar. Deslize para esquerda da tela e toque em “Mais”. Selecione “Exportar Conversa”;

2. Depois de selecionar ‘Telegram’ entre as opções de compartilhamento do iOS, o aplicativo perguntará para qual local deseja importar as mensagens.

3. É possível escolher entre o próprio chat (mensagens salvas), um ‘novo grupo’ ou qualquer outro chat. Após a conclusão do processo, as mensagens e mídia (se optou por anexar fotos e vídeos do WhatsApp) ficarão visíveis no chat que você escolheu;

3. As mensagens importadas são marcadas como ‘Importadas’. Nas versões anteriores do Telegram, as mensagens importadas são marcadas como ‘Encaminhadas’. Observe que o app informa que as mensagens foram importadas de outro aplicativo, portanto, eles não podem garantir que sejam reais (visto que outro usuário pode modificar o chat exportado antes de importá-lo para o Telegram).

Se o usuário quiser migrar o bate-papo em grupo, a função também é suportada.

Fonte: Olhar Digital

Marcelo Barros
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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