O Ministério da Defesa (MD) promove, entre os dias 6 e 12 de novembro, a viagem precursora da Operação Lobo-Guará, em Goiás, cuja ação faz parte do Projeto Rondon. Há quase duas décadas, o MD, por meio do projeto, contribui com ações sociais e soluções sustentáveis para o fomento do desenvolvimento da cidadania, da inclusão social e da redução de desigualdades, o que já beneficiou mais de 2 milhões de pessoas em várias regiões do País.

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Planejamento – O encontro reúne 25 professores rondonistas de instituições de ensino superior em rodadas de planejamento com prefeitos, secretários municipais e lideranças locais para nortear as propostas de trabalho que atendam às necessidades reais dos municípios selecionados.

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Em janeiro de 2023, a operação atenderá os municípios goianos de Águas Lindas, Alto Paraíso, Alvorada do Norte, Buritinópolis, Cabeceiras, Cavalcante, Flores do Goiás, Nova Roma, São João D’ Aliança, Teresina e Valparaíso de Goiás, além de Cabeceira Grande, em Minas Gerais.

Operação Lobo-Guará – A atividade terá a participação de 252 rondonistas ꟷ professores e estudantes universitários ꟷ que realizarão trabalhos voluntários no período de férias, em prol da cidadania e do desenvolvimento sustentável nos municípios goianos. A ação será por meio do emprego das habilidades universitárias.

Cada município receberá, por 12 dias, duas universidades com 10 integrantes, sendo dois professores e oito alunos. As duas equipes trabalharão com oficinas em diferentes áreas do conhecimento, divididas por dois conjuntos: “A” (cultura, direitos humanos e justiça, educação e saúde) e “B” (comunicação, tecnologia e produção, meio ambiente e trabalho).

Projeto Rondon – Coordenada pelo Ministério da Defesa, a iniciativa conta com a parceria das Pastas da Agricultura, da Pecuária e Abastecimento; da Cidadania; Desenvolvimento Regional; da Educação; da Saúde; da Meio Ambiente; e da Secretaria de Governo da Presidência da República.

Nos últimos 17 anos, foram realizadas 87 operações, em 1.272 municípios, com 2.419 participações voluntárias de instituições de ensino superior e de cerca de 24 mil universitários e docentes.

Por Rayane Bueno e Carolina Militão

Marcelo Barros, com informações do Ministério da Defesa
Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).