Sob o calor intenso de Manaus, um marco significativo na defesa da Terra Indígena Yanomami foi alcançado. A conclusão da Base de Pakilapi pela Operação Catrimani II simboliza um reforço crucial na proteção das comunidades indígenas e na luta contra o garimpo ilegal.

Desafios Logísticos Superados

Transporte de Suprimentos e Equipes Médicas

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A construção da Base de Pakilapi não foi tarefa fácil. O isolamento da área e as densas matas da Terra Indígena Yanomami representaram obstáculos significativos. No entanto, um esforço coordenado e multifacetado foi essencial para superar esses desafios. As Forças Armadas empregaram um grande contingente de aeronaves para facilitar o transporte de suprimentos, equipamentos e equipes médicas. Aeronaves da Força Aérea Brasileira (H-36), do Exército Brasileiro (HM-2) e da Marinha do Brasil (UH-15) foram mobilizadas para garantir a entrega segura e eficiente de materiais essenciais.

Participação das Aeronaves da FAB, Exército e Marinha

A missão contou com a destacada participação das aeronaves das três forças, que desempenharam um papel crucial na superação das barreiras geográficas. A flexibilidade e capacidade dessas aeronaves permitiram a movimentação rápida e segura através das difíceis condições da floresta amazônica, assegurando que todos os recursos necessários chegassem ao seu destino.

Construção de Infraestruturas Essenciais

Um dos elementos críticos para o sucesso da Base de Pakilapi foi a construção de infraestruturas essenciais, como o castelo de água, erguido pelo 6º Batalhão de Engenharia de Construção. Esta estrutura não apenas fornece água potável para os alojados, mas também simboliza o compromisso das Forças Armadas com a sustentabilidade e o bem-estar das comunidades Yanomami. Além disso, o acampamento provisório foi equipado com camas de campanha, equipamentos de cozinha, geradores de energia e barracas, garantindo condições adequadas de sobrevivência e operação.

Marcelo Barros, com informações e imagens do Exército Brasileiro
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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