Desde o dia 3 de abril, o Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB) tem conduzido a primeira edição do Estágio de Preparação para Missão de Paz (EPMP). Este estágio visa preparar militares e policiais, brasileiros e de nações amigas, para atuarem como Oficiais de Estado-Maior, Observadores Militares e Policiais das Nações Unidas em operações de paz sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU).

A Importância da Formação à Distância

A primeira fase do EPMP, que durou duas semanas, foi conduzida por meio da plataforma de ensino à distância EBAula. Este método de ensino permitiu que os estagiários se familiarizassem com os conceitos básicos relacionados às missões de paz, proporcionando uma base conceitual sólida para o acompanhamento das fases subsequentes do Estágio.

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Dominando o Idioma Inglês para Melhor Atuação

No estágio seguinte, que marcou o início das atividades presenciais do EPMP, os participantes passaram por uma preparação linguística intensiva no idioma inglês, chamada de High Intensity Language Training. Realizada entre os dias 17 de abril e 5 de maio, essa fase destacou a importância do domínio da língua estrangeira para o bom desempenho dos militares e policiais nas Missões de Paz.

Treinamento Especializado e Simulações Realísticas

A terceira e última fase do EPMP, iniciada em 8 de maio e que se estenderá até 2 de junho, se concentra nos programas de treinamento expedidos pela ONU. Esta fase abrange os conteúdos comuns dos módulos de pré-desdobramento e os conteúdos especializados nos módulos de treinamento específicos para as funções que serão desempenhadas pelos militares e policiais em campo. A semana final do Estágio será marcada por um Exercício Final em campo, onde os discentes serão testados em simulações que reproduzem situações que podem ser encontradas durante suas missões.

Este EPMP, ministrado inteiramente em inglês, contou com um total de 40 discentes, incluindo 22 do Exército Brasileiro, 10 da Marinha do Brasil, três da Força Aérea Brasileira e quatro Policiais Militares dos estados da Bahia, Pernambuco e Santa Catarina, além de uma militar do Exército da Guiana.

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Marcelo Barros, com informações do Exército Brasileiro
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).