Para alavancar a indústria de defesa, o Ministério da Defesa, por meio da Secretaria de Produtos de Defesa (Seprod), firmou a Assinatura do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com a Agência de Promoção de Investimentos do Estado de Minas Gerais (Invest Minas). O acordo foi fixado nessa sexta-feira (15), na sede da Pasta, em Brasília.

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A parceria promove o desenvolvimento do ecossistema financeiro de apoio ao setor de defesa brasileiro, por intermédio de novas abordagens e soluções estratégicas em investimentos, financiamentos, seguros e garantias.

Os efeitos, na economia brasileira, podem ser identificados nos setores econômico, tecnológico e social.  A partir disso, ocorre o aumento em investimentos, por meio do interesse de empresas em se estabelecer no Brasil e de fundos privados e soberanos a investir no país.

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Na ocasião, o Secretário de Produtos de Defesa, Marcos Degaut, pontuou a importância do ACT no desenvolvimento de novas abordagens e soluções em financiamentos e investimentos voltados à Base Industrial de Defesa (BID). “A indústria de defesa, é talvez, o principal indutor de desenvolvimento tecnológico. É um grande elemento de modernização e dinamismo da economia. Nossa indústria de defesa representa 4,8% do PIB nacional.

Em valores de dezembro do ano passado, esse percentual chega a 382 bilhões de reais. O efeito multiplicador é muito grande, não existe igual em nenhum outro segmento produtivo. Para cada real investido na economia de defesa, retornam à sociedade 9.8 reais”, explicou Degaut.

Em 2021, a balança comercial brasileira ampliou as exportações nacionais de defesa, atingindo 1,7 bilhão de dólares, o que representou um crescimento de 30% em relação ao ano anterior. Segundo dados da Seprod, a demanda por produtos de defesa no cenário geopolítico mundial está em crescimento e os gastos em defesa movimentam no mundo mais de 1,7 trilhão de dólares por ano.

Degaut enfatizou a importância de investimentos no setor de defesa: “Não existe indústria de defesa se não existirem recursos econômicos”. Dessa forma, a iniciativa amplia a disponibilidade de instrumentos customizados que atendam às demandas da Base Industrial de Defesa (BID), incrementando o potencial de alavancagem do setor.

Marcelo Barros, com informações do Ministério da Defesa
Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).