O Ministério da Defesa prepara-se para celebrar, nesta sexta-feira (10), com orgulho, 23 anos dedicados à missão de preparar as Forças Armadas para garantia da soberania nacional, da lei e da ordem, bem como ao amparo do titular da Pasta na direção superior da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. Com elevado nível de pronta-resposta dos militares, o Ministério destaca-se por atender, prontamente, aos chamados da sociedade, pela capacidade logística em território nacional.

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Para a execução de suas competências constitucionais, as tropas são submetidas a exercícios e treinamentos regulares e conjuntos, para emprego de meios e tecnologias, e prática de procedimentos em diversas áreas inerentes à arte da guerra, de forma sinérgica e interoperável.

São, assim, muitas as oportunidades promovidas e coordenadas com apoio da Defesa, como o emprego de projetos estratégicos em contexto multidisciplinar, na Operação Formosa, sob responsabilidade da Força Naval; a experiência de cenários simulados de guerra irregular na Operação Ostium, sob encargo da Força Aérea Brasileira; e o uso de novas tecnologias, como os óculos de visão noturna, em ambiente de guerra moderna, na Operação Ricardo Kirk, organizada pela Força Terrestre; entre tantas outras.

Esses são momentos que a população não vê ou não percebe, fruto de um trabalho tão relevante quanto velado na manutenção da independência do País. O elevado nível de preparo desses profissionais e a alta capacidade de pronta-resposta coloca o Ministério da Defesa em posição sempre favorável e proativa para atender ao chamado da sociedade quando a necessidade se faz presente. No apoio à saúde, os militares levam vacinas e insumos médicos aos lugares de acesso mais difícil, como áreas rurais e indígenas, comunidades ribeirinhas e regiões de fronteira.

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Com as Operações de Garantia de Votação e Apuração, ao transportar urnas e mesários a essas localidades, a Defesa garante que a cidadania chegue a todos os cidadãos. Em 2020, 28 mil militares foram mobilizados para auxiliar no processo eleitoral.

A contribuição da Defesa sobressai, igualmente, na preservação do meio ambiente, importante patrimônio da nação brasileira. Nas duas edições da Operação Verde Brasil, somadas à Operação Samaúma, foram aplicadas 6 mil multas, que totalizaram R$ 3,7 bilhões.

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A atuação das Forças Armadas abrange, também, responsabilidade de cunho social, que ajuda a melhorar a realidade de milhares de pessoas e regiões menos favorecidas. Nessa área, ressaltam-se ações como o Programa Forças no Esporte e o Projeto João do Pulo, o Projeto Soldado Cidadão, o Projeto Rondon, o Programa Atletas de Alto Rendimento. Além desses, o Programa Calha Norte, que leva obras de infraestrutura para 619 cidades, localizadas em 10 estados. Em 2021, a iniciativa empregou 875 milhões de reais em 272 empreendimentos, como escolas, rampas de acesso, mercados, etc., e 145 veículos e equipamentos.

Os benefícios para a sociedade incluem, ainda, a autonomia tecnológica e produtiva do setor de defesa. Com o fortalecimento da Base Industrial de Defesa (BID), o Brasil registrou, em 2021, recorde histórico na comercialização de produtos para o exterior, com US$ 1,7 bilhão de receita. Integrada por cerca de 1.140 empresas, a BID representa 4,78% do Produto Interno Bruto (PIB) e gera 2,9 milhões de empregos diretos e indiretos. Representa, assim, verdadeiro indutor de desenvolvimento social e econômico.

Por Isabela Nóbrega
Fotos: Divulgação MD

Marcelo Barros, com informações do Ministério da Defesa
Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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