Por Soraya Brandão

Como gesto de solidariedade e de amor ao próximo, por anos, militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, além de servidores da Defesa, de forma voluntária, auxiliam os hemocentros com doação voluntária de sangue. Hoje, em que se comemora o Dia Internacional do Doador de Sangue, o Ministério da Defesa parabeniza esses heróis anônimos, que salvam vidas com seu desprendimento e engajamento.

Em apoio à Operação Covid-19, mais de 43 mil doações foram feitas por militares das três Forças, nas cinco regiões do Brasil. E essa participação é estendida à Campanha “Bora Doar Sangue”, do Programa Pátria Voluntária, desenvolvido em parceria com o Ministério da Saúde.

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O nobre ato de doar

O Dia Internacional do Doador de Sangue foi criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2014, para homenagear doadores de sangue e conscientizar os não-doadores sobre a importância deste ato, que salva milhares de vidas. A doação de sangue é segura e rápida. Não traz risco ao doador e é feita em menos de uma hora. Os 450 ml de sangue doados são repostos pelo organismo em 24h e podem fazer diferença significativa na vida de até quatro pessoas necessitadas.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2020, no Brasil, 16 a cada mil habitantes doaram sangue, correspondendo à época a 1,6% da população brasileira. Mesmo estando dentro dos parâmetros preconizados pela OMS, essa proporção não é suficiente para atender às necessidades dos hemocentros do País, informa a Pasta da Saúde.

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De acordo com orientações divulgadas pela OMS, para doar sangue a pessoa deve estar enquadrada dentro de algumas características específicas, e procurar o hemocentro mais próximo.

Confira as regras para doação.
• Homens e mulheres com idade entre 16 e 68 anos;
• Ter acima de 50 quilos;
• Não ter Hepatite B, Hepatite C, Doença de Chagas, Sífilis, AIDS (HIV), HTLV;
• Estar bem alimentado e descansado;
• As parturientes devem esperar entre 90 e 180 dias após o parto;
• Se estiver gripado, esperar, no mínimo, sete dias após a recuperação para poder doar;
• Após uma doação, as mulheres devem esperar 90 dias para fazê-lo novamente; enquanto os homens devem esperar 60 dias.

Fotos: Divulgação / Minitério da Defesa 

Marcelo Barros, com informações do Ministério da Defesa
Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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