Moreira, presidente: INN prevê produzir 110 toneladas de concentrado em 2021 — Foto: Divulgação

A produção de urânio da Indústrias Nucleares do Brasil (INB) será retomada oficialmente hoje, na unidade de extração e concentração do minério em Caetité (BA). Há cinco anos, no mesmo local, a estatal havia interrompido a produção devido à “exaustão” da Mina da Cachoeira. Os trabalhos serão, agora, retomados na Mina do Engenho, após obter licença técnica da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) e ambiental do Instituto Nacional do Meio Ambiente (Ibama).

Para marcar a retomada da produção de urânio em Caetité, o governo programou para hoje cerimônia com a presença do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Será feita uma detonação no local, simbolizando o início da lavra a céu aberto.

“A usina já existe no local. Não tivemos que instalar uma nova planta química do zero para produzir o urânio concentrado. O que fizemos foi implantar uma nova frente de trabalho com a estrutura que temos lá”, afirmou Moreira. Segundo ele, a planta atual conta com a capacidade nominal de 400 toneladas por ano, mas a ideia é expandir para 800 toneladas, com investimento adicional de US$ 110 milhões.

Com informações do Valor Econômico

Marcelo Barros
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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