Após a invasão israelense no sul do Líbano em 1978, as Nações Unidas criaram a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL), que inicialmente duraria seis meses. O objetivo era ajudar o exército libanês ao longo da fronteira com Israel para instaurar a segurança e a paz na região.

Devido à 2ª Guerra do Líbano, em 2006, a Força-Tarefa Marítima (FTM) foi constituída em solicitação do Governo Libanês para auxiliar a Marinha do Líbano na prevenção do contrabando de armamento. O primeiro navio de guerra brasileiro foi incorporado à missão de paz em 2011.

Os capacetes azuis da UNIFIL atuaram de forma frequente como desativadores de minas terrestres, socorristas ou “trabalhadores humanitários” de ajuda à população local. Desde sua criação, a UNIFIL já perdeu mais de 250 soldados – 80 desses em ataques.

Desde 2012, a DGS 777 PATROL equipava as Fragatas e Corvetas da Marinha do Brasil e apoia às Operações de Interdições Marítimas (MIO).

A DGS 777 PATROL é ideal para o transporte de pessoal e patrulha, podendo acomodar 11 passageiros e mais 1 tripulante, capacidade de carga de 1.500 kg e deslocamento máximo de 4.300 kg.

Depois de quase uma década de serviço, os integrantes das forças de paz da tripulação do navio da Marinha do Brasil concluíram sua missão com a UNIFIL e retornaram para suas casas em dezembro de 2020.

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