No dia 19 de março, o Comando de Operações Especiais (COpEsp), localizado em Goiânia, GO, teve a honra de receber a visita do Comandante de Operações Terrestres, acompanhado por uma destacada comitiva composta por altos oficiais do Exército Brasileiro. A visita teve como objetivo principal o aprofundamento dos conhecimentos sobre as capacidades e o estado de prontidão das frações de operações especiais, elementos chave na estratégia de defesa e dissuasão da Força Terrestre Brasileira.

UMA COMITIVA DE ALTO NÍVEL

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A comitiva, que incluiu o Comandante Militar do Planalto, o Chefe do Emprego da Força Terrestre, o Gerente do Projeto de Reestruturação do COTER, o Chefe do Centro de Doutrina do Exército, e o Adjunto de Comando do COTER, foi recebida pelo Comandante de Operações Especiais. Esta visita representa um momento significativo de intercâmbio e sinergia entre as diferentes esferas de comando e unidades especializadas do Exército Brasileiro.

FOCO NA EXCELÊNCIA OPERACIONAL

Durante a visita, foram apresentadas as principais capacidades do COpEsp, uma unidade de elite responsável por operações especiais altamente complexas e sensíveis. A apresentação abordou tanto os aspectos estratégicos quanto táticos, destacando a importância da unidade na projeção de poder e na garantia da soberania nacional.

Além da apresentação, a comitiva teve a oportunidade de visitar as instalações das Organizações Militares diretamente subordinadas ao COpEsp. Estas visitas proporcionaram uma visão abrangente sobre o estado de preparo, os recursos disponíveis e as inovações em curso nas unidades de operações especiais, reforçando a imagem do Exército Brasileiro como uma força moderna e altamente capacitada.

REFORÇO DA CAPACIDADE DE DISSUASÃO

A visita do Comandante de Operações Terrestres ao COpEsp sublinha o compromisso contínuo do Exército Brasileiro com o aperfeiçoamento e a excelência em todas as suas esferas de atuação. Aprofundar o entendimento sobre o preparo e o emprego das frações de operações especiais é essencial para assegurar que a Força Terrestre mantenha sua capacidade de dissuasão em níveis ótimos, pronta para enfrentar os desafios contemporâneos à segurança nacional.

Marcelo Barros, com informações do Exército Brasileiro
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).