O Comando Militar do Nordeste (CMNE), através do Núcleo de Estudos Estratégicos (NEE), sediou sua 1ª Jornada Acadêmica no histórico Forte Guararapes, Quartel-General do CMNE, em Recife. O evento, realizado nesta terça-feira, 30 de abril, teve como tema central “O emprego da Inteligência Artificial na Segurança Cibernética”. Este encontro acadêmico visou fomentar um intercâmbio enriquecedor de experiências e ideias, crucial para o avanço das discussões sobre tecnologias emergentes na segurança nacional.

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Objetivos e Público Alvo da Jornada

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A Jornada Acadêmica foi planejada para atender a um público diversificado, incluindo militares, universitários, acadêmicos, pesquisadores e profissionais do setor, assim como civis de organizações públicas e privadas. O evento teve como objetivos não apenas promover debates enriquecedores sobre Inteligência Artificial e Segurança Cibernética, mas também contribuir significativamente para a criação e disseminação de uma cultura de Segurança e Defesa na sociedade brasileira.

Ciclo de Palestras e Temáticas Abordadas

Sob a liderança do General de Exército Maurílio Miranda Netto Ribeiro, Comandante Militar do Nordeste, o evento iniciou com um ciclo de palestras abordando diversas facetas da Inteligência Artificial aplicadas ao contexto militar e de segurança. Entre os temas discutidos estavam a utilização da Inteligência Artificial no emprego militar, a relevância do Machine Learning na transformação da cibersegurança, e estratégias para detectar ataques e minimizar riscos associados ao uso de IA.

Destaque para a Segurança de Infraestruturas Críticas

Um ponto alto do evento foi a discussão sobre “Inteligência Artificial e Cibersegurança de Infraestruturas Críticas”, apresentada por especialistas do Laboratório de Segurança Cibernética de Sistemas Ciberfísicos do IME. Esta sessão destacou a importância crescente de proteger infraestruturas essenciais através de tecnologias avançadas, demonstrando como a IA pode ser empregada para fortalecer a segurança de sistemas vitais para o país.

Reflexão Sobre Segurança e Tecnologia

O evento também explorou como a segurança pode ser comprometida através de “Security Misconfigurations”, enfatizando a necessidade de robustez nos sistemas para prevenir ataques que exploram vulnerabilidades. A discussão enfatizou a importância de uma abordagem proativa na defesa cibernética, adaptando-se continuamente às novas ameaças que surgem no horizonte tecnológico.

Marcelo Barros, com informações do Exército Brasileiro
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).