Foto: © A Missão de Manutenção de Paz da ONU, o FTM-UNIFIL, foi implementada em 15 de outubro de 2006 a pedido do Governo do Líbano.

Tropas da Marinha do Brasil e do Exército Brasileiro estão sendo inspecionadas por uma comitiva composta por quatro representantes da Organizações das Nações Unidas (ONU), inicialmente, e Cascavel-PR e São Gabriel-RS, e a partir do próximo dia 18, no Rio de Janeiro-RJ.

Essa equipe da ONU conduz uma Visita de Avaliação e Assessoramento (AAV, sigla em inglês) até 20 de julho, a fim de verificar a preparação e a prontidão dessas unidades das Forças Armadas brasileiras, já inseridas no Nível 1 do Sistema de Prontidão de Capacidades de Manutenção da Paz das Nações Unidas (UNPCRS, sigla em inglês), com os padrões daquela Organização.

A ONU verificará, ainda, a capacidade do Brasil em preparar tropas, desdobrar e manter uma contribuição potencial com a paz mundial. Com isso, ao término dessa AAV, permitirá, também, a elevação dessas unidades brasileiras para o Nível 2 do UNPCRS, condição básica para uma futura participação em operações de paz, como o ocorrido em 2017, quando cinco tipos de contingentes de tropa ascenderam a esse nível.

Cabe destacar que esse sistema, o UNPCRS, onde se encontram as diferentes tropas disponibilizadas pelos Estados-Membros à ONU, tem o propósito de facilitar o processo de planejamento e de tomada de decisão do Quartel General das Nações Unidas, em Nova Iorque, com relação à posterior seleção de emprego de tropas de um determinado Estado-Membro.

Assim, após a ascensão ao Nível 2 do UNPCRS, as Forças Armadas brasileiras estarão aptas a enviar outros quatro tipos de contingentes de tropa (um batalhão mecanizado, uma companhia de engenharia e duas companhias de resposta rápida), além dos outros cinco já anteriormente disponibilizados para participar das diversas missões de paz sob a égide da ONU. Manter-se-á, assim, a histórica representatividade brasileira junto ao esforço mundial daquela Organização Internacional.

Marcelo Barros, com informações do Ministério da Defesa
Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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