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Richard Guedes

Mestrando em Direção Estratégica
em Tecnologias da Informação
na Universidad Europea del Atlántico
Especialista Ethical Hacking
e CyberSecurity e MBA em Gestão
de Projetos em TI na UNICIV

Na Sociedade de Massa tínhamos a União Soviética e a sua briga ideológica com os Estados Unidos, com a transformação global nas formas de produção da Sociedade Industrial, o pensamento e posturas científicas eram de político conservador do século XIV com a corrida industrial. Entramos para a Sociedade da Informação e Sociedade em Rede com a Web 2.0, onde alteram a relação de espaço-atemporal na comunica entre indivíduos, organizações e nações, com isso governos começam a ter novas e mais fáceis influências perante as pessoas.

O  Mass Communication Research  com as grandes potências imersas em duas Guerras Mundiais e dominância pelos meios de comunicação de massa, que acompanhavam a atividade. Com a Teoria da agulha hipodérmica , também conhecida como Teoria da bala mágica, é sobre a comunicação de massa, usando a visualização dos sujeitos como atores totalmente influenciáveis pelo impacto dos meios, capazes de moldar suas mentes e seus comportamentos.

Chegando na Sociedade do Conhecimento que é a Web 3.0, uma web inteligente ou web semântica onde governos podem interpretar as características de consumo e utilização de seus usuários para uma maior influência. Os usuários conectados a todo o momento, celulares sendo mais usados que computadores convencionais, era do conhecimento no móvel (mobile), todos conectados e conversando entre si em tempo real, influenciadores na rede com suas operações psicológicas com notícias Falso Positivo (Fake News).

O jornalismo tradicional sua emissão comunicativa era dirigida de um único ator a muitos. Com o advento das mídias sociais surge a constante troca mensagens em todas direções. Rompe-se o distanciamento institucional que os meios convencionais impõem, meios aos quais custa muito criar vínculos de cumplicidade com os leitores, porque as redes sociais e demais meios similares oferecem a impressão de constituir uma família na qual ocorrem vivências próximas, e, inclusive, afetivas.

O compartilhamento de conhecimentos, experiências, ideias, e sentimentos, permitem veicular necessidades de comunicação e socialização em uma sociedade baseada na individualidade em suas redes sociais. A autocomunicação representa um elemento de disrupção diante do poder, porque oferece a possibilidade de que cada um escolha o que consumir nas redes sociais e, certamente, produzir. Seu caráter é predominantemente horizontal, varrendo a unidirecionalidade vertical dos processos de comunicação em massa. Diante disso, Castells reforça o estatuto de ameaça com que não poucos governos percebem a presença da rede de redes, enquanto desafia os fundamentos do poder que os sustenta, o controle da informação e da comunicação.

As seis características da Sociedade da Informação e conhecimento são: a Sociedade Industrial: (1) a globalização, (2) a organização em rede, (3) a flexibilidade e instabilidade do trabalho e sua individualização, (4) a cultura de virtualidade real, (5) a existência de novos tempos e espaços marcados pela atemporalidade, e, (6) a fluidez e a flexibilidade (Castells, 2001).

Com a Sociedade da Informação começamos a entrar para a era da Gestão do Conhecimento, grandes massas de dados em redes, virando conhecimento e para que o tomadores de decisão executem a sua gestão. Com a entrada da Web 4.0 que é uma sociedade que transita da Sociedade de Massa a uma Sociedade da Informação e do Conhecimento. Temos a interconctividade de todos os eletrônicos advindo da transformação digital, chagada da Internet das Coisas (IoT- Internet of Things). Pode ser empregada em áreas como: organização pessoal; automação de tarefas diárias; controle financeiro; contratação de serviços; entre outras.

Todos interconectados e com a grade gama de informações fluindo em rede, casas inteligentes e diversos periféricos da residência realizando tarefas para como uma smart tv enviam notificações para o smartphone. Abrir postas e ligar as luzes com a tecnologia RFID (tecnologia de identificação de tags por frequência de rádio).

Referência: Hardt, M. Negri, A. Marques C. Multidão: Guerra e democracia na era do Império. 28 setembro 2005.

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