Rio de Janeiro - Agentes da Força Nacional iniciam operação de apoio e reforço à segurança no Rio de Janeiro, com foco no combate ao roubo de cargas e repressão ao crime organizado (Vladimir Platonow/Agência Brasil)

O estado do Rio de Janeiro, que recentemente tem enfrentado desafios significativos em relação à segurança pública, receberá um reforço considerável. O Ministério da Justiça e Segurança Pública, liderado pelo ministro Flávio Dino, autorizou o envio de 300 agentes da Força Nacional de Segurança Pública para auxiliar as polícias locais no combate ao crime organizado. A medida, que atende a um pedido do governador Cláudio Castro, visa fortalecer as ações de enfrentamento à criminalidade no estado.

Recursos e Estratégia

Além do contingente humano, o Rio de Janeiro contará com 50 viaturas e um reforço de 270 policiais rodoviários federais. A PRF, por sua vez, enviará 22 carros blindados, um helicóptero e um veículo de resgate. O governador Castro destacou que o foco inicial será uma operação conjunta no Complexo da Maré, mas ressaltou que não se trata de uma ocupação permanente, e sim de operações estratégicas e pontuais. A tecnologia, inteligência e planejamento adequado serão os pilares dessa nova fase de operações, com a Avenida Brasil sendo um dos principais pontos de patrulhamento pela PRF.

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Apoio Financeiro e Emergencial

O ministro Dino enfatizou que o emprego da Força Nacional e a colaboração com as autoridades do Rio fazem parte de uma série de apoios emergenciais definidos pelo Ministério da Justiça. Além das ações no Rio, foi anunciada a liberação de R$ 20 milhões do Fundo Nacional de Segurança Pública para o governo da Bahia, destinados à aquisição de viaturas, armamentos e outros equipamentos essenciais.

Desafios e Perspectivas

Os recentes episódios de violência no Rio de Janeiro e na Bahia acenderam um alerta no cenário nacional. Dino lamentou as mortes ocorridas e destacou a complexidade da situação, mencionando o poder armado das organizações criminosas. Ele também abordou a questão da intervenção federal, esclarecendo que tal medida é regida pela Constituição e não pode ser tomada de forma leviana.

Com info da Agencia Brasil

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).