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Durban, Cidade do Cabo, Port Elizabeth e Ngqura. Todos esses portos da África do Sul estão em operação manual desde o dia 22 de julho – quinta-feira da semana passada -, por causa de um ataque de ransomware que atingiu a Transnet, uma empresa estatal sul-africana que opera ferrovias, portos e dutos de combustíveis em todo o país. Hoje a empresa declarou ao mercado estar em situação de “força maior”, para evitar a penalização prevista em contratos com fornecedores e clientes.

“A Transnet, incluindo os Transnet Port Terminals, sofreu um ato de ataque cibernético, intrusão de segurança e sabotagem, que resultou na interrupção dos processos e funções normais da TPT ou na destruição ou dano de equipamentos ou informações”, diz a declaração da empresa. “Os investigadores estão no momento determinando a origem exata da causa do comprometimento e a extensão da violação ou sabotagem da segurança dos dados de TIC”, acrescenta.

A empresa acrescentou esperar a eliminação da “força maior em breve”, após “progresso significativo na restauração” de seus sistemas. “Espera-se que alguns aplicativos continuem funcionando lentamente nos próximos dias”, disse o documento. O ataque ocorre poucos dias após agitações civis provocada pela prisão do ex-presidente Jacob Zuma, que também interromperam as operações dos portos durante vários dias.

Com agências de notícias internacionais

Fonte: Ciso Advisor

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