Não fique refém dos algorítimos, nos siga no Instagram, Telegram ou no Whatsapp e fique atualizado com as últimas notícias. |
No dia 21 de agosto, a turma do Programa de Extensão Cultural da Escola Superior de Guerra (PECESG) visitou a Brigada de Infantaria Pára-Quedista do Exército Brasileiro, na Vila Militar do Rio de Janeiro, onde são formados 1.600 militares paraquedistas por ano.
Durante a visita, os participantes destemidos tiveram a oportunidade de realizar um salto da Torre de Instrução, que auxilia na formação dos paraquedistas, experimentando um pouco da sensação de quem se prepara para saltar do avião.
Em uma palestra à turma, o Comandante da Brigada, General de Brigada Pedro Celso Coelho Montenegro explicou o processo de treinamento e formação dos PQDs, o emprego dos militares em diferentes tipos de missão e também os riscos da carreira paraquedista. “Ser PQD, usar o boot marrom, é uma responsabilidade. Onde caminhamos sabemos que estamos sendo observados”, afirmou, lembrando da importância de ser um exemplo perante a sociedade.
A Escola de Formação coleciona números impressionantes: são 74 anos de existência, 92 mil paraquedistas formados, mais de dois milhões de saltos efetuados e 620 horas/vôo por ano nos treinamentos. Pioneira, a Sargento Cristina Lopes é, desde o ínicio deste ano, a primeira mulher a fazer parte da equipe de instrução que forma esse efetivo.
Além de visitar as instalações do Museu da Brigada de Infantaria Pára-Quedista, os participantes do PECESG conheceram de perto alguns dos equipamentos usados pelos militares durante operações.
Acompanharam a visita o General de Brigada Marco Antônio Martin da Silva, Assistente Militar do Exército na ESG, e o Contra Almirante (RM1) Nilton Moreira Salgado, Diretor do Programa de Extensão.
Fonte: ESG
Participe no dia a dia do Defesa em Foco
Dê sugestões de matérias ou nos comunique de erros: WhatsApp 21 99459-4395