O Nordeste brasileiro foi palco de um dos maiores exercícios militares já realizados na região. Encerrada nesta terça-feira, 10 de outubro, a Operação Guararapes 2023 não foi apenas mais um treinamento, mas sim uma demonstração da capacidade e da prontidão do Exército Brasileiro. Com mais de 4 mil militares em ação, os estados de Pernambuco e Paraíba tornaram-se verdadeiros campos de treinamento, onde as tropas puderam desenvolver e aprimorar suas habilidades.

Coordenação e Objetivos da Operação

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Sob a coordenação da 7ª Divisão de Exército (7ª DE), o principal objetivo da operação foi o adestramento dos efetivos do CMNE. Mas o que isso significa? Adestrar é preparar, é treinar com afinco para que, em situações reais, os militares estejam prontos para atuar de maneira eficaz e coordenada. E, ao que tudo indica, a Operação Guararapes 2023 cumpriu seu papel com maestria.

Participação Especializada de Outros Estados

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A grandiosidade da operação pode ser medida também pela participação de módulos especializados vindos de outros estados. Tivemos a presença marcante das Tropas da Brigada de Infantaria Paraquedista, diretamente do Rio de Janeiro. Além deles, a operação contou com a expertise de militares do Comando de Aviação do Exército, de Taubaté, São Paulo, e ainda com elementos do Centro de Instrução de Engenharia, localizado em Araguari, Minas Gerais. Essa diversidade de especializações só reforça a importância e a complexidade do treinamento realizado.

A Importância da Operação para o Exército e o País

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Exercícios como a Operação Guararapes 2023 são fundamentais para o país. Eles não apenas preparam nossos militares para situações adversas, mas também demonstram a capacidade de organização, logística e prontidão das Forças Armadas. Em um mundo cada vez mais imprevisível, ter um Exército bem preparado é sinônimo de segurança e soberania. E, com a conclusão bem-sucedida desta operação, o Brasil reafirma seu compromisso com a defesa de seu território e de sua população.

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).