Crédito: CCjN

A Operação Samaúma, conduzida pelo Comando Conjunto Norte (CCjN), contará com um importante aliado para a identificação e otimização dos trabalhos de combate a crimes ambientais: o Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada (SARP). A ferramenta é operada por militares da Força Aérea Brasileira e possui tecnologia de identificação termal que disponibiliza imagens de satélite para melhor identificação e diagnóstico dos locais com possíveis problemas ambientais. O Comando Conjunto Norte (CCjN) é formado pelo Comando Militar do Norte, pelo 4º Distrito Naval e pelo Comando Aéreo Norte.

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A inserção do SARP foi anunciada em reunião realizada no dia 9 de julho, no Quartel-General Integrado em Belém, com participação de representantes das instituições de proteção ambiental e de segurança pública. Na ocasião, também foram apresentadas ações a serem desenvolvidas na Operação Samaúma.

Participaram da reunião a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o Corpo de Bombeiros Militar, a Defesa Civil, o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia, a Fundação Nacional do Índio, a Polícia Militar Ambiental do Pará e a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia.

Operação Samaúma

Desde o dia 28 de junho, o CCjN, por determinação federal, emprega tropas das Forças Armadas para ações de garantia da lei e da ordem com a Operação Samaúma, que ocorre em terras indígenas, em unidades federais de conservação ambiental, em áreas de propriedade ou sob posse da União e mediante requerimento do Governo do Estado do Pará. O emprego das Forças Armadas nos municípios do Pará tem como objetivo realizar ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais, em especial o desmatamento ilegal. As atividades do CCjN ocorrerão em ambiente interagências, em conjunto com órgãos e agências de proteção ambiental e de segurança pública.

Conforme o Decreto nº 10.730, de 28 de junho de 2021, a atuação dos militares do CCjN ocorre nos municípios de Altamira, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, São Félix do Xingu e Trairão e seguem até o dia 31 de agosto de 2021. O nome da operação homenageia a árvore conhecida como rainha da Amazônia, que guarda e distribui água para outras espécies e também pode ser chamada de mafumeira, sumaúma e kapok.

Fonte: Comando Militar do Norte
Marcelo Barros, com informações do Exército Brasileiro
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).