Desde 6 de novembro, o Exército Brasileiro tem intensificado suas ações na faixa de fronteira através da Operação Ágata Oeste II. Esta operação, realizada em parceria com diversos órgãos públicos, concentra-se em atividades de inteligência, vigilância e fiscalização. O objetivo principal é combater e prevenir crimes transfronteiriços, com ênfase no tráfico de drogas e de armas.

Ações e Resultados da Operação

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Sob a coordenação do Comando Operacional Oeste, a operação inclui postos de bloqueio rodoviário e fluvial, patrulhamento motorizado, e revistas de veículos e pessoas. Até o momento, a operação resultou em 332 ações na área de fronteira, com a apreensão significativa de 9,2 toneladas de entorpecentes, 12 mil pacotes de cigarros e uma grande quantidade de mercadorias ilegais.

Colaboração entre Agências

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A Operação Ágata Oeste II é realizada em coordenação com várias instituições, incluindo a Marinha do Brasil, Polícia Federal, Receita Federal, Polícia Rodoviária Federal, entre outras. O uso de tecnologias avançadas, como o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteira (SISFRON), e a integração com operações como Argos da Polícia Rodoviária Federal e Hórus MS do Ministério da Justiça e Segurança Pública, ampliam a eficácia das ações.

Mobilização do Exército e Inspeção pelo Comandante

Para assegurar a efetividade da operação, o Exército mobilizou a 13ª Brigada de Infantaria Motorizada, a 18ª Brigada de Infantaria do Pantanal, a 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada e a 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada, atuando nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. O Comandante do Exército, General Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva, inspecionou pessoalmente as tropas na fronteira, avaliando as condições e eficácia das operações em áreas estratégicas.

Continuidade da Operação

As ações da Operação Ágata Oeste II estão programadas para continuar até maio de 2024, garantindo a segurança contínua e o combate efetivo aos crimes na região de fronteira oeste do Brasil.

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).