O WhatsApp e outras plataformas de mensagens instantâneas podem ser úteis para comunicação rápida e eficiente em unidades militares, mas também podem apresentar alguns riscos e perigos.

Um dos principais perigos do WhatsApp em unidades militares é o risco de vazamento de informações confidenciais ou sensíveis. As mensagens trocadas no WhatsApp podem ser facilmente capturadas ou hackeadas, o que pode levar ao vazamento de informações importantes e ao comprometimento da segurança da unidade. Além disso, os membros da unidade podem involuntariamente compartilhar informações sensíveis com pessoas não autorizadas, o que também pode levar a problemas de segurança.

Outro perigo do WhatsApp em unidades militares é o risco de distração e perda de produtividade. As mensagens no WhatsApp podem ser muito frequentes e podem distrair os membros da unidade de suas tarefas e responsabilidades. Isso pode levar a uma diminuição da eficiência e da produtividade da unidade.

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Para minimizar esses riscos, é importante que as unidades militares estabeleçam políticas claras e rigorosas de uso do WhatsApp e outras plataformas de mensagens instantâneas. Isso inclui definir quem está autorizado a usar essas plataformas, quais informações podem ser compartilhadas e como as mensagens devem ser armazenadas e protegidas. Além disso, é importante treinar os membros da unidade sobre as boas práticas de segurança cibernética e sobre como evitar distrações desnecessárias enquanto estão trabalhando.

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).