Entre os dias 30 de março e 08 de abril, o Navio-Patrulha “Pampeiro”, uma unidade do Grupamento de Patrulha Naval do Norte, conduziu uma série de patrulhas nos rios Amazonas e Xingu, no estado do Pará. Estas ações marcaram o retorno da Marinha do Brasil às patrulhas regulares no rio Xingu, uma região crítica que se estende até o município de Senador José Porfírio, situado a cerca de 580 km de Belém.

Nos siga no Instagram, Telegram ou no Whatsapp e fique atualizado com as últimas notícias de nossas forças armadas e indústria da defesa.

Foco na Lei e Segurança Ambiental

“Pampeiro” realiza abordagem de embarcação

A missão do “Pampeiro” foi claramente definida: implementar e fiscalizar o cumprimento das leis marítimas para prevenir crimes ambientais, assegurar a salvaguarda da vida humana nos rios e combater a poluição hídrica. Durante a operação, o navio realizou múltiplas abordagens a embarcações que navegavam pela região, reforçando a segurança da navegação e prevenindo atividades ilícitas.

Contribuição para a Comunidade e Defesa Nacional

Além de suas responsabilidades de fiscalização, o “Pampeiro” também reafirmou o compromisso da Marinha em manter uma presença assertiva nos rios da Amazônia. Operando a partir da Base Naval de Val de Cães em Belém, o navio acessou comunidades ribeirinhas isoladas, muitas das quais distantes dos grandes centros urbanos. Essas áreas, caracterizadas por suas complexidades geográficas e logísticas, se beneficiam enormemente das patrulhas, que além de proporcionarem segurança, fortalecem a mentalidade de conservação e respeito às normas ambientais entre os moradores locais.

Desafios e Capacidades Operacionais

O “Pampeiro” é especialmente equipado para operações em ambientes fluviais desafiadores, como os encontrados na Amazônia. Suas capacidades permitem que ele navegue eficientemente pelas águas intricadas da região, realizando abordagens e inspeções necessárias para a proteção ambiental e suporte à população local. Este papel é vital não apenas para a proteção ecológica, mas também para o suporte contínuo às comunidades que dependem dos rios para seu sustento diário.

Marcelo Barros, com informações da Marinha do Brasil
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).