Em recente visita ao Arsenal de Guerra de São Paulo, localizado em Barueri, o Chefe do Estado-Maior do Exército, General de Exército Fernando José Sant’Ana Soares e Silva, enfatizou a relevância da modernização do blindado EE-9 Cascavel para as Forças Mecanizadas do Brasil. Ele descreveu o veículo como o “esqueleto” e o “backbone” das forças, sublinhando a essencialidade deste projeto para a defesa nacional.

Parceria com a Indústria Nacional

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O General Soares destacou que a modernização do Cascavel não é apenas uma iniciativa do Exército. É, na verdade, um esforço conjunto com a Indústria Nacional, especificamente com o Consórcio Força Terrestre, liderado pela AKAER. Esta empresa, especializada no desenvolvimento de produtos de alta tecnologia para os mercados aeroespacial e de defesa, tem sido uma parceira crucial neste projeto. A colaboração entre as forças armadas e a indústria nacional é vista como um pilar fundamental para garantir a soberania do país. Como o General colocou de forma enfática: “Quem não tem Indústria de Defesa não tem soberania”.

Benefícios da Modernização

Além de fortalecer a capacidade defensiva do Brasil, a modernização do blindado traz consigo outros benefícios tangíveis. O General Soares apontou que trabalhar em parceria com a Indústria Nacional não apenas melhora a operacionalidade das forças armadas, mas também otimiza a logística do Exército Brasileiro. Isso significa que, com equipamentos mais modernos e eficientes, o Exército pode responder mais rapidamente e de forma mais eficaz às diversas situações que possam surgir.

Olhando para o Futuro

A modernização do EE-9 Cascavel é apenas um dos muitos projetos que o Exército Brasileiro tem em andamento. No entanto, serve como um exemplo brilhante de como a colaboração entre as forças armadas e a indústria pode levar a inovações significativas. À medida que o Brasil continua a enfrentar desafios globais, tais parcerias serão cruciais para garantir que o país esteja preparado para enfrentar qualquer adversidade.

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).