No dia 04 de março, os oficiais brasileiros que integram o Grupo de Assessores Técnicos Interamericanos na Colômbia (GATI-CO), Tenente-Coronel de Engenharia do Exército Brasileiro Cláudio Santos Bispo e Capitão-Tenente (FN) da Marinha do Brasil Gustavo Lopes da Silva Freitas foram homenageados pela Escola de Engenheiros Militares da Colômbia.

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Os Assessores Interamericanos do Brasil receberam o Distintivo de Instrutor Militar que é uma das maiores honrarias da Escola. Os militares foram agraciados pelo diretor que solicitou ao Departamento de Ensino Superior Militar da Colômbia o reconhecimento pelas missões desempenhadas em 2021 e as que estão previstas e planejadas para 2022. Os oficiais brasileiros foram selecionados dentre todos os demais instrutores colombianos que fazem parte do corpo docente da Escola.

O distintivo é outorgado aos instrutores que se destacam pelo conhecimento técnico em assuntos militares, pelos resultados alcançados ao final de cada curso e pela contribuição na manutenção do reconhecimento nacional e internacional que a instituição possui. Os instrutores do GATI-CO planejaram, coordenaram e conduziram cursos sobre o tema desminagem humanitária, capacitando vários alunos com total aproveitamento. Além disso, conduziram assessoramentos técnicos que contribuíram para atualizar procedimentos operacionais que estão sendo empregados pelas Organizações de Desminagem Humanitária em suas operações pelo país.

O recebimento do Distintivo de Instrutor Militar traduz um sentimento de satisfação e reconhecimento da atuação dos oficiais brasileiros em apoio ao Comando Geral das Forças Militares e à Escola de Engenheiros Militares da Colômbia. A participação da Engenharia Militar brasileira tem contribuído na capacitação e certificação de militares colombianos que serão empregados na missão de Monitor Nacional em Desminagem Humanitária. Essa função, garante que as operações de desminagem sejam realizadas fielmente, de acordo com as exigências estabelecidas, a fim de tornar o país livre da presença de minas e artefatos explosivos que ainda existem em seu território.

Marcelo Barros, com informações do Ministério da Defesa
Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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