A Marinha do Brasil (MB) está realizando um rigoroso monitoramento da radiação na água ao redor do porta-aviões USS “George Washington”, que atracou na Baía de Guanabara no dia 19 de maio como parte da Operação “Southern Seas – 2024”. Este exercício, realizado entre os dias 15 e 20 de maio, contou com a participação conjunta de navios e aeronaves da Marinha do Brasil, da Guarda Costeira dos Estados Unidos (USCG) e da Marinha dos Estados Unidos (USN).

Chegada do USS “George Washington”

O USS “George Washington”, um porta-aviões nuclear dos Estados Unidos, é um dos maiores e mais sofisticados navios de guerra do mundo. Sua chegada ao Rio de Janeiro marcou um momento importante na operação conjunta, exigindo atenção especial às medidas de segurança ambiental.

A Sentinela Nuclear da Marinha

A Seção de Controle Nuclear, Segurança e Qualidade (SecNSNQ), também conhecida como a Sentinela Nuclear da Marinha do Brasil, foi mobilizada para conduzir o monitoramento da radiação de fundo e a coleta de amostras de água ao redor do USS “George Washington”. A SecNSNQ é especializada em garantir que operações envolvendo materiais nucleares sejam conduzidas com o máximo de segurança e responsabilidade ambiental.

Procedimentos de Monitoramento

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Desde a chegada do porta-aviões, a equipe da SecNSNQ tem realizado medições detalhadas para avaliar os níveis de radiação na água, assegurando que não haja impacto ambiental adverso. A coleta de água e o monitoramento contínuo são essenciais para garantir a proteção do ecossistema da Baía de Guanabara e a segurança da população local.

Importância do Monitoramento

A realização desses procedimentos de monitoramento destaca o compromisso da Marinha do Brasil com a segurança ambiental. A presença de um navio nuclear em águas brasileiras requer uma vigilância constante para evitar qualquer risco de contaminação radioativa. As atividades da SecNSNQ são fundamentais para assegurar que as operações navais ocorram de maneira segura e sustentável.